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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O cara mais underground que eu conheço!

Por Márcio de Souza



Pensa bem, quem é o cara mais underground que você conhece? Jello Byafra do Dead Kennedys? João Gordo do ratos de porão? Antoine Lavey da Igreja de satanás? Esses caras são fichinha perto do cara mais underground que eu conheço. Esse camarada, andou por aí nos piores recantos e submundos que poderiam ser freqüentados, teve encontros com todo tipo de gente, é amigo de prostitutas, enfim, o cara era “sangue bom”.

Viveu de forma a causar inveja a muito aventureiro, conhece o ser humano como ninguém e domina as formas de pensar de todo tipo de grupo, sabe lidar com qualquer um. Mas sabe o que é mais maneiro nisso tudo: Ele jamais negociou seus valores. Todos os citados acima, se venderam pra alguma estrutura. Vejamos: Jollle Byafra, virou comentarista pop e político, João Gordo foi fazer programinhas na MTV, Antoine Lavey não passa de um impostor que compilou tudo que Aleyster Crowley escreveu. Mas esse camarada, o nazareno chamado Jesus, Nunca negociou seus valores e a Bíblia diz dele o seguinte: Jesus cristo é o mesmo ontem, hoje e será eternamente.

Nele não há variação de valores! Que sejamos imitadores dEle que não negociou a missão e não dos caras que se diziam os tais e se venderam por umas merrecas.

E no mais, tudo na mais santa paz!


***
Postado por Márcio de Souza, no Púlpito Cristão

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A Vitória é Nossa - Sermão de Billy Graham



Billy Graham


Tradução de João Cruzué

Nosso maior inimigo é a morte. A morte implica em certo temor. A Bíblia diz que: "O aguilhão da morte é o pecado," e a partir do momento em que o primeiro casal sepultou seu filho em uma cova, as pessoas vêm temendo a morte. É o grande monstro misterioso cujos grandes dedos gelados fazem muitos se estremecerem aterrorizados.

O testemunho unânime da história é que a morte é inevitável. Gerações vêm e vão, e cada uma tem deitado seus mortos na tumba.

A Bíblia sempre relaciona a morte com o pecado. Ela diz que: "Como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim a morte infectou a todos os homens porquanto todos pecaram."

Estamos procurando prolongar a vida mediante fórmulas químicas nos laboratórios científicos de todo o mundo. Mas até que a ciência não pode encontrar uma solução para o problema da morte. Ainda assim, os cientistas descobriram um segredo que prolonga a vida terrena, ao mesmo tempo só conseguiriam êxito em estender nossos dias de tristeza e aflição.

Centenas de filósofos de todas as épocas têm procurado esquadrinhar mais e além do véu da morte. Suas especulações enchem volumes com respeito às possibilidades de vida além da sepultura.

A morte ronda entre ricos e pobres, eruditos e ignorantes. A morte não faz distinção de raça, cor nem credo. Suas sombras nos acercam dia e noite. Nunca sabemos quando chegará o momento temido.

Procuramos dissimular o desastre custeando um seguro de vida, e temos inventado outros mecanismos para tornar mais confortáveis nossos últimos dias; todavia sempre está presente a dura realidade da morte.

Muitos se perguntam: Há alguma esperança? Existe alguma porta de escape? Há uma possibilidade de imortalidade?

Não vou levá-los a um laboratório científico, nem à aula de um filósofo, nem ao consultório de um psicólogo. Em seu lugar, vou levá-lo à tumba vazia de José de Arimateia. Maria, Maria Madalena e Salomé tinham ido à tumba para ungir o corpo do Cristo crucificado. Elas ficaram surpresas ao ver a tumba vazia. Um anjo se colocou ao lado do sepulcro e lhes disse: "Buscais a Jesus nazareno? E logo adiantou: Ele ressuscitou, não está mais aqui."

Esta foi a maior notícia que o mundo jamais tinha ouvido. Jesus Cristo havia ressuscitado dentre os mortos, como havia prometido.

A ressurreição de Jesus Cristo é a verdade primordial da fé cristã. Ela descansa na mesma raiz do Evangelho. Sem uma fé na ressurreição não pode haver salvação pessoal. A Bíblia diz: "Se confessares com tua boca que Jesus é o Senhor, e creres em teu coração que Deus o levantou dos mortos, serás salvo." Temos que crer nisto ou nunca poderemos ser salvos.

Para muitas pessoas a ressurreição tem chegado a ser pouco mais que um símbolo consolador da imortalidade da alma. Porém, a ressurreição abarca muito mais que a perpetuidade da vida. Crer na imortalidade por si mesma poderia ser algo trágico e horrível. A Bíblia ensina que a fé deve ser acompanhada de uma segura convicção de que Deus uma existência eterna em sua presença gloriosa, através do conhecimento pessoal de seu Filho.

Começamos com o fato de que ao terceiro dia, Jesus Cristo havia ressuscitado dos mortos, saiu do sepulcro e apareceu aos desanimados e assombrados discípulos que haviam perdido toda a esperança de revê-lo. Sem nossa aceitação da realidade da ressurreição, essa celebração não é mais que uma ilusão. Como escreveu o apóstolo Paulo há muito tempo: "E se Cristo não ressuscitou, então é vã nossa pregação e vã também será a nossa fé"

Quando se contempla a ressurreição de Cristo como um feito histórico, o Domingo da Ressurreição se converte no dia dos dias e se deve reconhecer e celebrar como a maior vitória de todos os tempos.

A ressurreição foi, em um sentido, uma vitória suprema para a raça humana. Foi uma vitória sobre a morte: "Mas agora Cristo tem ressuscitado dos mortos; e foi feito as primícias dos que dormem." Sua ressurreição dos mortes é a garantia que também para nós a sepultura será aberta e que seremos também ressuscitados: Porque assim como em Adão todos morreram, também em Cristo todos serão vivificados."

A Ressurreição foi também uma vitória sobre o pecado: "O salário do pecado é a morte." O pecado de Adão no jardim do Éden teve como resultado a culpa, a condenação e a separação da presença de Deus. De fato, ali também se deu a gloriosa promessa de que apareceria a semente da mulher, e que Deus poria inimizade entre sua semente (Cristo) e a serpente (Satanás).

No conflito resultante, a semente da mulher seria ferida no calcanhar, porém a troca feriria a cabeça da serpente, infligindo-lhe uma chaga mortal. Isto se cumpriu e manifestado abertamente na ressurreição de Cristo.

A ressurreição também nos dá vitória sobre as dúvidas. Parece que há milhares de cristãos escravos das dúvidas. Não quero dizer que tais pessoas duvidam da existência de Deus ou das verdades bíblicas. Podemos aceitar tudo isso enquanto seguimos duvidando em nossa relação pessoa com o Deus em quem professamos crer. Algumas pessoas têm dúvidas quanto ao perdão de seus pecados, outras duvidam que sua esperança de ir ao céu, e ainda outras desconfiam de sua própria experiência interior.

Durante seu ministério terreno, Jesus fez uma série de assombrosas afirmações e promessas a seus discípulos, que podem ter lhes parecido inacreditáveis enquanto ele estava no sepulcro. Jesus lhes havia dito: "Eu vim para que tenham vida... todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." Porém agora ele que havia feito essas promessas estava morto, e o sepulcro estava fechado sobre aquele que havia prometido vida eterna a todos os que creram nele. SE ele não tivesse ressuscitado, teríamos motivos suficientes para duvidar da validade de suas promessas.

Mas quando ele saiu do sepulcro, todas suas promessas e suas palavras saíram com ele e hoje vivem em gloriosa vitalidade, poder e autoridade.

A ressurreição é também uma garantia da vitória sobre nossos temores. Os temores são íntimos aliados das dúvidas. O presidente da faculdade de história de uma de nossas grandes universidades uma vez me confidenciou esta opinião: "Nós temos nos convertido em uma nação de covardes." Não aceitei sua declaração, porém ele arguiu que muitas pessoas têm se mostrado resistentes a seguir um curso não se trata de algo popular. Inclusive se estamos convencidos de que algo é correto, procuramos não nos comprometer porque ficamos com temor. Se as probabilidades nos favorecem, nos colocamos a seu favor, porém se implica em algum risco em defender o que é correto, procuramos nos colocar a salvo.

Você que tem medo da morte, medo de perder a saúde ou de perder os amigos, examine as palavras de Paulo: "Porque Deus não nos tem dado um espírito de covardia, mas de poder, e de amor, e de domínio próprio." Deus nos tem dado uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos. Este e outras passagens similares assinalam o fato de que nenhum cristão tem razão alguma perante os olhos da vontade de Deus; "Se Deus é por nós, quem será contra nós.

O poder do Espírito Santo levantou o corpo de Cristo dentre os mortos. Esse mesmo Espírito Santo, agora operando em nós, pode nos livrar dos poderes da ansiedade e do temor, e fazer com que nos regozijemos na segura e gloriosa esperança que ele tem preparado para nós.

A ressurreição nos garante a vitória em nosso dia a dia. A vitória que Cristo conquistou para nós quando ressuscitou do sepulcro pode ser vista em nossa vida diária. Pode ser manifesta em nós e por meio de nós em todo lugar, e em toda circunstância pelo seu poder ressuscitador para a glória de Deus.

Podemos estar conscientes cada dia de seu poder vitorioso operando em nós, por nós e por meio de nós para sua glória. Podemos exclamar como o apóstolo Paulo: "Mas graças sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo".

Se você fizer este compromisso com Cristo hoje, por favor, conte-nos a respeito.


cruzue@gmail.


Fonte: http://www.billygraham.org/

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O Catolicismo Romano e a intercessão pelos mortos



Renato Vargens


A Bíblia é absolutamente clara ao afirmar que após a morte só nos resta o juízo. Ensina também, que o fato de toda e qualquer decisão por Cristo só pode ser tomada em vida, o que, por conseguinte, nos leva a entender de que não existe fundamento teológico para interceder a favor dos mortos.

Para os católicos romanos a referência bíblica que fundamenta esta prática encontra-se em 2 Macabeus 12.44. Entretanto, nós protestantes, não reconhecemos a canonicidade deste livro e nem tampouco a legitimidade desta doutrina, uma vez que o Protestantismo não se submete às tradições católicas e sim as doutrinas das Sagradas Escrituras.

Ora, a Bíblia nos diz que a salvação de uma pessoa depende única e exclusivamente da sua fé na graça salvadora que há em Cristo Jesus e que esta fé seja declarada durante sua vida na terra (Hebreus 7.24-27; Atos 4.12; 1 João 1.7-10) e que, após sua morte, a pessoa passa diretamente pelo juízo (Hebreus 9.27) e que vivos e mortos não podem comunicar-se de maneira alguma (Lucas 16.10-31).

Ora, do ponto de vista bíblico é inaceitável acreditar que os mortos estejam no purgatório ou no limbo aguardando uma segunda oportunidade para a salvação. Em hipótese alguma nós como cristãos devemos celebrar ou participar de culto aos mortos, antes pelo contrário, fomos e somos chamados a anunciar aos vivos a vida que somente podemos experimentar em Cristo Jesus.


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Fonte: Blog do Renato Vargens

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Ex-paquito faz trabalho humanitário no ‘pior lugar do mundo’

Alexandre Canhoni, que foi o paquito Xand, vive há oito anos no Níger.
País com o pior IDH do planeta 'não tem nada', contou em entrevista ao G1.

Daniel Buarque
Do G1, em São Paulo


Alexandre Canhoni, o ex-paquito Xand, e crianças que ajuda em trabalho humanitário no Níger (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)


O objetivo de Alexandre Canhoni era ajudar as pessoas que vivem no pior lugar do mundo. Depois de ter atuado na TV como paquito do "Xou da Xuxa" e de ter deixado a carreira musical de lado para se tornar evangélico, ele tinha se decidido a viajar para algum lugar como Iraque, Paquistão, Serra Leoa, países em conflito em que a população sofria, e fazer trabalho humanitário. Foi quando ouviu falar do Níger, último colocado do ranking de Índice de Desenvolvimento Humano da ONU, pela primeira vez. “Perguntei o que tinha por lá, e me disseram que ‘nada’”, contou, em entrevista ao G1, por telefone. Então, ele decidiu se mudar para Niamey, capital do país africano com a pior qualidade de vida do mundo, onde vive há oito anos.

“O país não tinha realmente nada”, contou. “Só agora chegaram detectores de metais no aeroporto, a previsão é de que chegue cartão de crédito daqui a cinco anos, há apenas três restaurantes e a cultura muçulmana é bem radical. Não tem cinema, são pouquíssimas as televisões, que normalmente têm uso comunitário e o que mais passa são programas religiosos islâmicos”, disse. Na capital, segundo ele, que hoje tem 38 anos, há algumas avenidas de asfalto e dois lugares com internet, como lan houses. A energia elétrica vem da Nigéria e muitas vezes falta. “Uma vez ficamos dois dias sem energia elétrica e perdemos muita comida que tínhamos em nossa geladeira.”



Localizado no oeste africano, logo abaixo do deserto do Saara (parte do território fica no deserto), o Níger ficou em 182º lugar no ranking de qualidade de vida, com IDH de 0,34, pior que o do Afeganistão, palco de uma ação militar comandada pelos Estados Unidos. A população de 15,3 milhões de nigerinos tem uma expectativa de vida de apenas 52 anos, e apenas 28% deles são alfabetizados. Trata-se de um dos países mais pobres do mundo, com Produto Interno Bruto per capita anual de apenas US$ 700 (cerca de R$ 1.200) (o do Brasil é de US$ 10.200, quase R$ 17.500, segundo a mesma fonte, a CIA).



Apesar da pobreza, segundo Canhoni, há também pessoas muito ricas no país, que vivem da exploração de urânio e petróleo e que chegam a serviço de multinacionais que, segundo Canhoni, não ajudam no desenvolvimento local. O problema é que há um abismo entre os ricos e os pobres, sem uma classe média, e o preço das coisas à venda é muito alto. “Um litro de leite nos dois únicos mercados custa o equivalente a R$ 6, um quilo de tomate pode chegar a R$ 25. Quanto mais pobre é o país, mais caras são as coisas. Não adianta levar dinheiro e a gente leva do Brasil o máximo de coisa que a gente pode. As pessoas são ou muito pobres ou muito ricas. Vivemos em um dos melhores bairros, mas em frente a nossa casa há barracos em que vivem muitas pessoas que ajudamos. É um contraste muito pior de que o tradicional de prédio de luxo e favela, que se vê no Brasil”, disse.

Segundo ele, os empregos são raríssimos. As pessoas normalmente trabalham como guardas na frente da casa de estrangeiros e ganhando muito pouco, que dá no máximo para comer. Alguns oferecem serviços de turismo, também, levando as pessoas para conhecer o deserto do Saara. “Gostaríamos de incentivar a formação de emprego atraindo empresas para lá, e com algo como uma central de reciclagem de lixo.”

Brasileiros e ajuda

Canhoni é um dos criadores do grupo Ministério Guerreiros de Deus, que diz ser uma ONG aberta à participação de todos que queiram ajudar a população em dificuldade, não apenas uma instituição religiosa. No apoio que oferece à população carente, ele trabalha a nutrição e a formação de crianças e mulheres, sempre com trabalho religioso e leitura de mensagens bíblicas, contou. Esse tipo de ação em um país majoritariamente muçulmano (80%, segundo a CIA), faz com que sejam alvo de ataques e ameaças. “Chegaram a apedrejar nossa casa”, contou.



Visite o site do grupo Guerreiros de Deus


O grupo mora na capital, em uma casa alugada. Comprar imóvel por lá é muito caro, segundo ele. A casa é usada como moradia e abriga projetos de nutrição, aulas de músicas, marcenaria, cultos e atividades esportivas. O grupo também ensina mulheres a costurar, pintar e fazer artesanato. Canhoni disse que há também uma série de grupos internacionais que fazem projetos humanitários também. “Alguns só distribuem comidas, outras traduzem a Bíblia, mas somos pioneiros em dar uma apoio total de alimentação, lazer e formação de crianças carentes”, disse.

Entre as pessoas que atuam no trabalho humanitário, ele disse haver nove brasileiros. O país não tem uma representação oficial do Itamaraty, e a embaixada que cuida das relações com o Níger fica localizada na Nigéria – a região tem registro de 270 brasileiros entre os dois países, além de Burkina Faso. “Temos um conselho brasileiro de missionários no Níger. Sentimos falta de uma representação do Brasil, que está se tornando conhecido pelo nosso trabalho. Eles têm visto nossa bandeira, nossa cultura, mas falta representação oficial", disse.

Coisas boas no pior lugar

Em um país sem “nada”, Canhoni disse ver o lado positivo nas pessoas, os nigerinos, que são receptivos e buscam melhorar um pouco sua vida. “Elas são pobres, não têm muita expectativa, mas são boas, se aproximam dos estrangeiros, buscam sair dessa situação horrível em que se encontram.” Pela pobreza, a corrupção é evidente, e maior de que no Brasil, segundo ele. “Mas não tem problemas de roubo como no Brasil. A lei islâmica é muito rigorosa, então é raro ver as pessoas fazerem isso. Elas têm uma consciência de não pegar o que não é delas, mesmo com toda a pobreza. As pessoas param para rezar, deixam o dinheiro de lado, mas não ocorre roubo.”

Canhoni conta que quem está no Níger para trabalhar com ajuda humanitária acaba não tendo tempo livre para lazer, então não sente falta disso. “Desde as 7h da manhã estamos ajudando eles, e trabalhamos até a noite.” Depois de oito anos ivendo assim, ele diz que sua expectativa é ficar lá até que o país saia da lista dos dez últimos países do mundo. “Ainda queremos montar escolas, centros esportivos, continuar desenvolvendo este trabalho para ajudar na vida difícil deles.”

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Como a Bíblia pode ser infalível se ela foi escrita por humanos falíveis? Mas, se ela não é infalível, como podemos aceitá-la como a verdade literal?

Não há nenhuma razão pela qual a Bíblia, um livro escrito por seres humanos falíveis, não possa ser infalível. Afinal de contas, mesmos seres humanos falíveis podem fazer coisas certas algumas vezes, e em especial se forem supervisionados por Alguém que é infalível.


Os cristãos não afirmam que os homens que escreveram os livros da Bíblia estavam sempre certos em tudo que disseram ou fizeram. Nós simplesmente acreditamos que a Bíblia está certa quando ela afirma que Deus guiou estes homens em sua tarefa de escrever as Escrituras de modo que o resultado é um livro infalível. O apóstolo Pedro indubitavelmente disse muitas coisas erradas durante sua vida, mas Deus não permitiu que ele cometesse nenhum erro quando ele escreveu suas duas epístolas.

2 Timóteo 3:16 contém a afirmação clássica de que a Bíblia foi produzida por Deus e não por homens:

Toda Escritura é inspirada por Deus, e é útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a educação na justiça.

Ryrie explica o conceito de inspiração:

A supervisão divina sobre os autores humanos de modo que, usando suas personalidades individuais, eles compuseram e registraram sem erro a revelação de Deus ao homem nas palavras dos autógrafos originais. (Charles Ryrie, A Survey of Bible Doctrine. Chicago: Moody Press, 1927, p. 38)

Nós não sabemos exatamente como Deus trabalhou para cumprir o seu propósito de nos prover com uma Bíblia totalmente acurada. Mas 2 Pedro 1:21 nos fornece algum esclarecimento:

Nenhuma profecia jamais foi dada por vontade humana, mas homens santos, movidos pelo Espírito Santo, falaram de Deus.

A palavra “movidos” que aparece neste versículo é também usada em Atos 27:15 para descrever a grande tempestade que tirou o navio em que o apóstolo Paulo se encontrava de seu curso no Mediterrâneo. As pessoas no navio podiam passar o tempo como desejassem, seja trabalhando ou se lamentando, mas a tempestade é que determinaria seu destino final. Similarmente, Deus guiou os escritores bíblicos para produzir exatamente a mensagem que ele desejava.

Como posso ter certeza de que a Bíblia está falando a verdade?


Mais informações:

Kenneth Boa, God, I Don't Understand (Wheaton: Victor Books, 1971).
Henry Thiessen, Lectures in Systematic Theology, rev. ed. (Grand Rapids: Eerdmans, 1979).

Autor: Dr. John Bechtle


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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Você sabe quem caiu?



Renato Vargens


É possível que ao ler a frase na ilustração deste artigo, você tenha sido instigado a saber quem foi a pessoa que caiu em pecado. Na verdade, o fato de desejar ler esta matéria talvez esteja relacionado ao desejo de saber algo que ninguém sabe. Isto porque, à vontade em descobrir os dramas, quedas e dilemas das pessoas através das fofocas é algo inerente há natureza humana.

Segundo um estudo elaborado pela empresa de segurança McAfee os sites de fofoca são mais populares que os pornográficos.

Fofocar é desqualificar a vida alheia. Por favor, pare e pense: O que lhe é acrescentado através da fofoca? Para que falar aos quatro cantos que fulano é murmurador, que beltrano está endividado, que sicrana é invejosa ou que o irmão fulano de tal caiu? Ora, meu amigo, afirmo categoricamente que fofocar além de ser um grande desperdício de tempo, não contribui em nada para nosso bem-estar mental e espiritual, principalmente se o conteúdo da fofoca comprometer a vida pessoal, familiar e profissional da vítima.

Há pouco alguém me procurou com uma grande bomba dizendo: Pr. Renato você já soube da última do meio gospel? Soube quem caiu? Naquele instante fiquei incomodado com o prazer do irmão em espalhar a quantos pudesse a derrota de alguém. O fato em questão me fez lembrar a história das três peneiras:

"Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém!

Você não imagina o que me contaram a respeito de...Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:

- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?- Peneiras? Que peneiras?

- Sim. A primeira, Augustus, é a da VERDADE. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?

- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!

- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira.

Vamos então para a segunda peneira: a BONDADE.

O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Não, Sócrates! Absolutamente, não!

- Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira.V

Vamos agora para a terceira peneira: a NECESSIDADE.

Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?

- Não, Sócrates.. Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.

E Sócrates sorrindo concluiu:

- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!

Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:

Pessoas sábias falam sobre idéias;
Pessoas comuns falam sobre coisas;
Pessoas medíocres falam sobre pessoas."


E você tem vocação para fofoqueiro?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Caim, Abel e Saramago



Eu sou mais a Bíblia. Abri os jornais hoje e me deparei com diversas notas sobre o escritor português, Nobel de Literatura, que lançou mais um polêmico romance baseado nas histórias bíblicas. Agora foi a vez de Caim. O livro gerou alvoroço entre diversos segmentos cristãos e judeus ao recontar a história narrada em Gênesis com uma releitura bem distorcida sobre quem Deus é. Não entro aqui no mérito de seu conteúdo, já que não li o romance (e sinceramente não faço questão) e segundo porque o maior acusado não se importa muito com isso. Só ressalto que, por mais que Saramago tornou-se um dos mais expoentes escritores do século, ele ainda está muito aquém do conhecimento do coração dos homens do que Aquele que o criou. Infelizmente, tampouco O conhece.

Instigada pela história, parei para ler Gênesis 4, o capítulo que versa sobre os dois irmãos e o primeiro homicídio. Abel era um pastor, e ofereceu a Deus o seu melhor sacrifício: trouxe os primogênitos de seu rebanho. Caim, por outro lado, escolheu deliberadamente frutos comuns de seu trabalho como sua oferta. Mais do que os objetos escolhidos de forma diferente, percebemos corações diferentes. Um aprovado por sua devoção, o outro, não. Deus nunca se alegrou com ofertas desprovidas de amor, mas se inclina a corações voltados a Ele (Hebreus 10).

Ainda assim, vemos o falar de um Pai amoroso, que desejava conduzir a intenção de Caim para perto Dele: “- Se bem o fizeres, não é certo que serás aceito”? (Gn.4:8). Caim não atentou a estas palavras, mas alimentou a inveja e o ódio que finalmente culminaram no assassinato de seu irmão. Quantas vezes agimos da mesma forma? Não reconhecemos nossas intenções e erros e nos recusamos a aceitar o perdão, a restauração e as segundas chances de Deus. Ao invés disso, jogamos a culpa em alguém perto de nós: agredindo, caluniando, até os matando com nossas palavras e ações. Infelizmente, Caim escolheu trilhar esse caminho.

Não há o que ser dito, Saramago, ele foi culpado. Mas não é por isso que eu escolho ficar com a Bíblia. Escolho porque nela eu vi a opção do perdão. Nela, eu vi um Pai que se importa. Até vi que existem corações generosos e dispostos a dar o seu melhor. É isso o que eu escolho.

Mariana Ceruks
Relações Internacionais, voluntária do Ministério de Comunicação do Conexão Livre

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Noite Sangrenta

Uma mamãe atenta ficou preocupada ao colocar o DVD SAMUEL (Diante do Trono - crianças) p/ rodar no computador. Ela enviou um e-mail p/ a galera de lá e está aguardando resposta.


dica do Fábio Davidson
clique na imagem p/ ampliar

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Halloween gospel


Em um ambiente marcado por poucas luzes, ao som de muito thrash metal, numa decoração onde abóboras se fazem presentes, dezenas de jovens vestidos de preto, dançam efusivamente naquilo que denominam de Festa de Elohin, vulgarmente conhecido como Halloween Gospel.

 Ficou surpreso? Pois é, eu também! Parece que alguns dos evangélicos continuam teimando em se superar quanto as suas invencionices.


Infelizmente em nome da espiritualidade e do gospel, a fé bíblica-cristã tem sido comercializada de modo escandaloso. Ah! Preciso lhe confessar uma coisa: Estou cansado dessa coisa denominada “Gospel”! Estou farto de gente que se locupleta em nome de Deus! Estou cansado do mercantilismo evangélico, da prosperidade desprovida da ética, bem como dos profetas mercadores dessa geração.


Prezado leitor, sem sombra de dúvidas, as sandices cometidas por alguns que tomam o nome de Deus, nos deixam profundamente envergonhados. Ora, é imprescindível que entendamos que do ponto de vista bíblico não se é possível misturar o santo com o profano, até porque, o que está por trás do Halloween são pressupostos absolutamente demoníacos, os quais se contrapõem veementemente a todo conceito evangélico-cristão.


Por favor, pare e pense comigo:


“Os celtas acreditavam que na noite de 31 de outubro as leis do tempo e do espaço eram suspensas. Nesta data comemorava-se o ano novo dos feiticeiros. Por causa disto, os espíritos vagavam soltos e os mortos visitavam seus antigos lares para exigirem comida. Havia também no fim de outubro o festival da colheita, conhecido como "Samhain", também chamado de "O Senhor dos mortos", onde se faziam grandes fogueiras para assustar os espíritos. Para que estes fossem embora, as pessoas saiam pelas ruas carregando velas acesas e nabos esculpidos com rostos humanos, vestidos de modo mais assustador possível. Nos Estados Unidos o Halloween chegou no século 19, e o nabo foi substituído pela abóbora, fruto mais comum que o primeiro. Tanto o nabo quanto a abóbora são símbolos de imortalidade e juntando-se ao preto que significa a morte em muitas culturas, fazem o par perfeito para o ritualismo macabro e demoníaco. Na década de 20 a antiga tradição virou brincadeira e hoje é uma das principais festas do país. Crianças saem fantasiadas pelas ruas batendo nas portas, dizendo "trick or treat" literalmente travessuras ou bons tratos, para ganhar doces, tudo isto nos dia das bruxas.”


Com esse background histórico lhe pergunto: O que o santo evangelho de Cristo tem haver com isso? Claro que nada.


Amados, 31 de outubro não é dia para se comemorar ou celebrar o Halloween dos “evangeli-wicca”, antes pelo contrário, esta data obrigatoriamente deveria remeter-nos aos idos de 1517, quando o monge alemão Martinho Lutero afixou às portas do castelo de Wittenberg as 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja Católica, dando inicio a Reforma Protestante.


Dia 31 de outubro se aproxima e com ele a possibilidade de refletirmos a luz da história sobre o significado e importância da Reforma. Acredito piamente que os conceitos pregados pelos reformadores precisam ser resgatados e proclamados a quantos pudermos, até porque, somente assim, poderemos novamente sair deste momento preocupante e patológico da Igreja evangélica.


Uma nova reforma Já!


Soli Deo Gloria.

***
Postado por Renato Vargens, no Púlpito Cristão

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Deus não criou Céu e Terra, diz pesquisadora

Paula Rothman, de INFO Online
Sexta-feira, 09 de outubro de 2009 - 12h26



SÃo PAULO – “No princípio, Deus criou os Céus e a Terra” seria uma afirmação incorreta de acordo com o estudo de uma pesquisadora holandesa.

Ao contrário do que possa parecer, Ellen Van de Wolde, que explicou hoje sua tese na Universidade de Radbound, não é uma bióloga a favor teoria da evolução tentando argumentar contra o criacionismo.

A professora que refuta as primeiras palavras da Gênesis ensina e pesquisa o Velho testamento e textos fonte do judaísmo na universidade. Para ela, houve um erro de tradução e interpretação da Bíblia.

Após uma análise do texto original hebraico, levando em conta seu contexto, ela afirma que a palavra “bara”, que é usada na primeira frase do Gênesis, não significaria “criar”, mas sim “separar”, de forma que o Velho Testamento começaria com: “No princípio, Deus separou os Céus da Terra”.

As afirmações são polêmicas, pois, apesar de não ser contra o criacionismo em nenhum momento de sua fala, Ellen van Wolde contraria a tradição judaico-cristã de que Deus teria feito todas as coisas a partir do nada.

Na sua interpretação, o Gênesis não fala sobre o princípio absoluto do tempo, mas sim do início de um determinado ato – o que significa que o início da Bíblia não é o princípio de tudo, mas o de uma narrativa.

No ano do 200º aniversário de Charles Darwin, autor da teoria da evolução, uma especulação como essa pode aumentar os debates entre evolucionistas e criacionistas.

*Ellen van Wolde, recebeu seu doutorado em 1989 por uma análise semiótica da história do paraíso em Gênesis 2-3. Ela é membro da Royal Academy of Sciences e (KNAW) e Royal Society of Sciences da Holanda.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Prefiro ficar perto do leproso

Eu tenho medo de gente muito santa, muito pura, muito sem pecado.
Tenho medo de gente que repara no olho do outro, tentando o tempo todo tirar-lhe a trave, limpar um cisquinho.
Tenho medo de gente que se escandaliza com coisas imbecis, superficiais, exteriores, como se quisesse desviar a atenção de “alguma outra coisa”.
Tenho medo de gente que ora demais, que sonha demais, que ouve Deus falar 30 horas por dia.
Tenho medo dos que não sabem rir, que não ficam com a família, que não sabem se divertir nas horas de folga, que não fazem nada além de buscar ao Senhor e ir nos montes, nas vigílias e nas visitas.
Tenho medo…
Prefiro ficar perto de gente mais comum, mais real, que erra, mas que fala: “errei”.
É melhor ficar na companhia de gente menos caricata, menos maquiada, menos plastificada, menos religiosa.
Jesus também preferiu assim e foi duramente criticado por isso.
Enquanto Ele poderia estar nas casas imponentes do bando que estava doido para lhe fazer uma média ou participar das ricas mesas dos donos da grana, foi para um lugar chamado Cesaréia de Filipo.
Ô lugarzinho de má fama!
Uma corja que não valia nada se reunia ali: prostitutas, ladrões, beberrões, excluídos, rejeitados, marginalizados.
Pelo menos lá ele não precisava ficar escutando a baboseira sensacionalista de gente que queria mostrar o quanto sabia de Deus e da Lei.
Ali Ele podia se revelar Mestre e Senhor porque o coração dos doentes e necessitados é despojado de altivez.
Os que se acham bons demais não tem ouvidos para ouvir porque só desejam falar.
Raça de víboras, hipócritas, fariseus.
No texto de Levítico 13, um homem cujo corpo estivesse completamente coberto de lepra, da cabeça aos pés, seria considerado puro pelo sacerdote:
2-Se a lepra se espalhar na pele toda, cobrindo o corpo todo, desde a cabeça até os pés, o quanto podem ver os olhos do sacerdote,
13-então este o examinará. Se a lepra tiver coberto toda a sua carne, então será declarado limpo…”
Você não acha estranho?
No contexto, quanto mais discretas as manchas, mais imunda a pessoa seria considerada, e até afastada do arraial.
No entanto, pessoas com lepra evidente, em toda a pele, seriam consideradas puras.
[Não entendeu ???????????????????????????????????]
Acontece que uma pessoa com manchas discretas da doença, que estivessem escondidas debaixo da roupa, seria muito mais perigosa porque ninguém a evitaria, e o risco de contaminação seria muitas vezes maior.
Já a pessoa leprosa por inteiro não precisava ser afastada do povo porque ninguém teria coragem de ficar perto. Naturalmente todos a evitariam por saberem que o risco de contágio era enorme.
Por isso eu repito: tenho medo de gente que tem “pouca mancha”, que esconde por debaixo da roupa a lepra e se mistura com o povo, representando, fingindo, ocultando, traindo, conspirando.
Cansei de ver gente assim, cansei!
*que parece, mas não é;
*que profetiza, mas não vem de Deus;
*que ora em línguas que até Deus desconhece;
*que com uma mão me abraça, mas com a outra me apunhala;
*que elogia meu ministério, mas que gostaria é de estar no meu lugar;
*que chora, mas é de raiva;
*que come na minha mesa e depois cospe no prato;
raça de víboras, hipócritas, fariseus.
Prefiro ver de longe a doença, ver bem claras as feridas, me arriscar perto dos bacilos e me expôr aos vírus.
Prefiro abraçar o enfermo de pecados de que estar sentada com o falsificado, o genérico, o dissimulado, o profeta comprado.
Prefiro buscar em Deus coragem suficiente para me sentar perto do leproso porque só assim, quem sabe, verei o milagre.

Fonte: PASTORAGENTE Via: POIMENIA

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Quanto você tem confiado no Senhor?

Enviado em 5 de Outubro de 2009

Publicado por Leticia Baoli

“Eu lhes asseguro que se alguém disser a este monte: ‘Levante-se e atire-se no mar’, e não duvidar em seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim lhe será feito”. (Mc 11.23)




Hoje quero compartilhar com vocês algo que aprendi no início da minha caminhada com Deus, sobre a DÚVIDA.

Uma pontinha de dúvida sobre o que podemos receber de Deus e já está anulado o efeito da minha oração. A exemplo disso Jesus ensina-nos a pedir sabedoria em Tg 1.6 sem duvidar que a receberemos, mas se duvidarmos Ele alerta: “Não pense tal pessoa que receberá coisa alguma do Senhor, pois tem mente dividida e é instável em tudo o que faz”. (Tg 1.7)

Nós em meio a nossa luta diária nos acostumamos a receber de nós mesmos. Trabalhamos para honrar nossas contas, nos vestirmos e nos alimentarmos. Estamos acostumados a receber daquilo que produzimos. Muitas vezes o nosso conhecimento, a nossa capacidade de conseguir coisas nos cega das possibilidades de Deus ser por nós. Por vezes pedimos o auxílio de Deus, mas ao mesmo tempo em que entregamos, não confiamos o suficiente, e sempre damos um “jeitinho” de resolver as coisas, como se o nosso Criador precisasse da nossa ajuda.

Neste momento tomamos das mãos do Senhor aquilo que outrora havíamos Lho entregado e perdemos a oportunidade de desfrutar daquilo que o Senhor já havia planejado.

Precisamos duvidar da dúvida, pois, ela nos coloca distantes das graças de nosso Pai. Ser dependentes de Deus implica em deixarmos de acreditar que conseguiremos dar um “jeitinho” com as forças dos nossos próprios braços.

Devemos crer sem reservas como nos ensina o livro de Marcos 11.24, “Portanto, eu lhes digo: Tudo o que vocês pedirem em oração, creiam que já o receberam, e assim lhes sucederá”.

Portanto, não duvides e grandes coisas o Senhor fará! Duvida?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Interessados ou interesseiros?




A charge acima mostra uma realidade: A busca de bênçãos tem estado acima da busca de Deus. Não é dificil de comprovar isto: Veja como as igrejas lotam, através de reuniões que prometem curas, milagres, libertação, prosperidade...Agora faça um teste: No lugar destas reuniões, faça uma reunião de oração por aqueles que não foram alcançados pela palavra de Deus, faça uma reunião para orar pelos missionários, faça um reunião para levantar voluntários para discipular, faça uma reunião para estudo bíblico. Será que lota?

Te digo um sonoro Não!

Que pena que um boa parte da igreja está apenas preocupada com seu próprio umbigo. Está apenas preocupada em "conseguir" carros, casas, apartamentos, libertação, curas...

"Olha Bispo, antes eu tinha um fusquinha velho, mas agora que participei da campanha, Deus me deu três casas, dois carros, um sitiozinho..."

Que raio de cristianismo é esse, onde a alegria está nas conquistas egoístas das pessoas?

Nunca ouvi alguém dizer:

"Olha Bispo, eu era pecador dos mais sujos e Jesus me transformou. Tenho um fusquinha velho, mas estou feliz, porque tenho sido usado para evangelizar pessoas. Tenho orado, lido a Bíblia e estou jejuando pelos perseguidos no oriente médio..."

Que inversão maligna de valores! Deus, sua obra e o próximo são trocados por "bênçãos egoístas" que supostamente creditam a Deus. De interessados em Deus, passaram a interesseiros!

Será que alguns destes pastores e crentes, que só buscam "bênçãos", teriam coragem de responder positivamente ao desafio que Jesus fez ao jovem rico?:

"E Jesus, fitando-o, o amou e disse: Só uma coisa te falta: Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me." (Marcos 10.21)

fonte: Esboçando ideias

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Programação Rejeitada!




“Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero.”
Rm 7.17

Você vive como se fosse impossível dizer não àqueles pensamentos que vem a sua mente? Existe um nível de desejo que toma os pensamentos e as intenções parecendo impossível não ceder. Como vencer os pensamentos e influências ruins?

A sociedade tem tentado programar uma mente, cuja informação vai sendo assimilada de tal forma, que não resta espaço para a liberdade do pensamento. Tentam nos forjar uma mente programada. E como robôs, a resposta tem sido: “Programação aceita e processada com sucesso.”
Mas Paulo também diz que já não somos nós que vivemos, mas Cristo é quem vive em nós. Logo, toda e qualquer programação pode e deve ser rejeitada.

Precisamos aprender a levar o pensamento às coisas que vem do alto, pois já temos dentro de nós, a força que precisamos e não há nada impossível para aqueles que em Jesus, são mais que vencedores. Nele, somos livres!

A resposta que precisamos dar quando as influencias externas negativas chegarem é: “Programação rejeitada!”

Pensamento do dia:
Eu tenho a mente daquele que habita dentro de mim.

Oração:
Senhor, ajuda-me a fazer a Tua vontade. A começar pela minha mente, pensamentos, e tudo o que ela me leva a fazer. Me dá forças pra vencer qualquer “programação” que o mundo tenta me impor.

Diogo Andrade
Líder da Base de Discipulado
Conexão Livre

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

É só começar

Publicado por Equipe Conexão



Começando a semana e lendo algumas coisas, achei uma frase de David Kornfield que diz:

“Intimidade com Deus não é apenas nossa primeira prioridade. Também é nossa primeira necessidade.”

Realmente, a frase está correta em texto e contexto, mas será que na pratica vivemos essa intimidade como real necessidade?

Acordamos e o que nos vem à mente, pra quem entregamos nosso primeiro pensamento, nossa primeira frase dia? A Começar por mim, muitas vezes me pego pensando: Que dia frio… Que dia quente… Dormi mal… Dormi Bem.

Temos ao nosso lado todos os dias a pessoa que mais nos ama, que mais se importa conosco e o que fazemos com isso? Muitas vezes pedimos “licença” e entramos onde não devemos, falamos o que não é pra ser dito. Intimidade gera cumplicidade, gera confiança, mas isso não nos dá o direito de magoar quem está 24 horas ao nosso lado.

A intimidade também pode ser identificada como o conhecimento profundo de alguém. As vezes, só de olhar pra alguns amigos, para o meu irmão, até para o meu cachorro, sei o que eles querem, o que devo falar, como agir. E Perante Deus? Com toda a certeza do mundo, Ele sabe como me sinto ao redigir esse texto, sabe das minhas inseguranças, das minhas frustrações e alegrias. E eu? Sei o que Ele quer de mim e para mim? Sei o que Ele pensa a meu respeito?

Intimidade vem com relacionamento e com o Pai esse relacionamento se dá a Luz da palavra, vivenciando seu amor. Fale com Ele, convide-o pra sentar no banco do seu carro, ao seu lado na faculdade, ao se deitar, convide-o a sonhar contigo.

Costumo sempre dizer que a prática e a teoria tem uma relação de amor e ódio pois sabemos o que devemos fazer e nem sempre saí como o queremos, como já dizia Paulo: “Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico”. Rm7: 19.

É isso, a intimidade anda lado a lado com o relacionamento e para que possamos ouvir o que Deus tem a nos dizer e sentir sua vontade em nós temos que andar com Ele e não só saber que Ele existe, isso não basta, não nos completa… Ao menos, não deveria!

Seu melhor amigo está aí, do seu lado… Pronto a um papo intimo com Ele? É só começar.

Marcio Moura

Categorias: Mensagens, Discipulado