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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cavando Cisternas

 "Assim diz o Senhor: Cavem muitas cisternas neste vale. Pois assim diz o Senhor: Vocês não verão vento nem chuva; contudo, este vale ficará cheio de água, e vocês, seus rebanhos e seus outros animais beberão."
(2 Reis 3.16-17)



Eu aconselho ler esse texto a partir do versículo primeiro. Está escrito que o exército dos três reis estavam com muita sede porque tinha se acabado a água. Deus estava por enviar a providência, e nestas palavras do profeta Eliseu, anuncia a chegada da bênção. Observe a situação de desamparo que estavam passando: nem o homem mais valioso poderia encontrar uma gota sequer de água no céu ou em qualquer lugar da terra. Frequentemente o povo de Deus, pessoas que professam o nome de Jesus são encontradas em uma situação que parece não ter saída; essas pessoas vêem a vaidade da criatura, e apredem na prática de forma experimental (não apenas em teoria) onde podem encontrar socorro. Mais que isso, essas pessoas precisam se preparar com fé para receber a bênção. Neste caso citado no texto eles precisaram cavar bolsões ou piscinas (as chamadas cisternas) onde seria derramado o líquido precioso. A igreja deve através de seus vários ministérios, esforços e intercessores, se preparar para receber as bênçãos que o Senhor tem preparado; ela deve cavar os bolsões e o Senhor irá preenchê-los. Isto deve ser feito com fé, com a plena convicção de que a bênção está para ser derramada.

De tempos em tempos havia uma conceção especial de uma bênção necessária. Desta vez não foi como com Elias, quando a chuva foi derramada pelas nuvens, mas de uma maneira silenciosa e misteriosa os bolsões foram preenchidos. O Senhor possui suas prórias maneiras soberanas de agir: Ele não está preso à forma ou ao tempo como nós estamos, mas ele age da forma que Ele quer no meio do seus filhos. Devemos ser agradecidos por receber Dele, e não por ditarmos à Ele como e o que deve ser feito.

Outro fator a observar é a extraordinária abundância de seus suprimentos. Sempre é o suficiente para a necessidade de todos. Meu desejo é de que todos nós sejamos revestidos desse poder divido em resposta às nossas orações, para que a vitória nos seja dada à todo o Exército do Senhor.

O que eu estou fazendo para Jesus? Quais são as cisternas que eu estou cavando? Oh Senhor, me prepare para receber as bênçãos que o Senhor deseja me conceder.

Luciano Ferrari


sábado, 8 de outubro de 2011

Deve o Cristão Apostar na Loteria?

Volta e meia alguém me faz essa pergunta a repeito da relação entre cristão e apostas. Sempre explico da melhor maneira possível, mas decidi pesquisar melhor sobre o assunto e encontrei um texto excelente que reflete muito claramente a vontade de Deus. Bom Proveito! (Luciano Ferrari)


A Loteria - Podemos usá-la para a glória de Deus?

Será que é errado pensar em jogar na loteria? Quero dizer, eu não quero riquezas por mim mesmo, mas para a minha família, a obra de Deus, as obras de caridade na minha cidade, e, bem, se eu quisesse tudo somente para mim, um cristão, isto seria ruim? Vamos comparar esse assunto com os princípios Bíblicos. Se levemos “cativo todo o entendimento à obediência de Cristo” nos faremos uma bênção para nós mesmos (II Cor 10:5).

Trabalhar é necessário

Quando o homem estava no jardim do Éden, antes mesmo de pecar, ele era contentíssimo com a presença do Senhor na viração dos dias e com todas as suas necessidades supridas abundantemente. Viver para a glória de Deus era a sua felicidade maior. Mesmo assim, sim, antes do pecado, o homem trabalhava. Adão tinha a ordem divina de “lavrar e guardar” o jardim onde o Senhor o pôs (Gên. 2:15). Isso era a sua responsabilidade e necessitava esforço e obediência. Lembramo-nos que foi Adão que colocou o nome em todos os animais também (Gên. 19), e isso não deveria de ser um piquenique. Mas, apesar da responsabilidade e a necessidade de fazer esforço, o trabalho não era lhe pesado. O trabalho somente tornou pesado quando o homem pecou. Foi naquela circunstância que o trabalho tornou a ser uma necessidade, e, uma necessidade constante. A sentença divina que veio por causa do pecado foi: “no suor do teu rosto comerás do teu pão” (Gên. 3:19). Isso “porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore do que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causas de te, com dor comerás dela todos os dias da tua vida” O princípio divino sobre a necessidade de trabalhar para comer não somente começou na hora do surgimento do pecado, quanto continuou até os dias do Novo Testamento pois Paulo, pelo Espírito Santo, escreveu: “Porque, quando ainda estávamos convosco, vos MANDAMOS isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também” (II Tess. 3:10). Que tal maldição continua até os nossos dias não deve ser uma surpresa pois Deus declarou no dia da maldição, “com dor comerás dela TODOS OS DIAS DA TUA VIDA”. O pecado de Adão trouxe todos nós a sermos pecadores (Rom 5:12). A maldição que Adão receber, nós recebemos juntamente. O princípio do trabalho-comer é para nós ainda hoje. A loteria não submete-se à essa necessidade.

“A riqueza de precedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com o próprio trabalho a aumentará.” Prov. 13:11

A loteria reflete o desejo eterno do homem livrar-se dos efeitos do pecado em sua vida, ou, melhor, em viver como não haja ordem superior sobre ele. A loteria alimenta a idéia errônea que podemos ter algo de valor com boa consciência, sem trabalhar ou suar por ele. A nossa natureza pecaminosa já compra essa idéia na primeira apresentação pois temos um coração enganoso (Jer 17:9). Os que têm uma nova natureza por Cristo já lutam contra a carne (Gal 5:17) e por isso raciocina que pode fazer algo que é contra o princípio bíblico de somente ganhar através do trabalho e usar tal fruto do pecado para a glória de Deus (Rom 3:8). E, é verdade que queremos crer que podemos fazer o bem enquanto nos ocupamos com o que Deus não abençoa! Mas não devemos nos iludir. Se não estamos obedecendo, estamos desobedecendo (Mat. 12:30).

A confiança no Senhor

O Cristão tem quem cuida de si: o próprio Senhor. A promessa de Deus é que Ele nunca nos deixará nem nos desamparará (Heb 13:5). Este Senhor bondoso e poderoso sabe o que necessita o Seu filho comprado pelo sangue de Cristo (Mat. 6:32), e, com amor, suprirá “muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos; segundo o poder que em nós opera” (Efés 3:20). Sem dúvida Deus pode suprir as nossas necessidades de maneiras extraordinárias mas deve ser observado que é Ele que faz tais prodígios. Para nos colocar em posições comprometedoras ou em lugares questionáveis não é de praticar a fé mas é de tentar Deus (Mat. 4:6-7). Quando confiamos no poder e nas promessas do Senhor, temos verdadeiro descanso de espírito. Os que querem confiar no braço de carne, somente terão o auxílio que um braço de carne pode dar. Melhor é confiar no Senhor (II Crôn. 32:8). Para confiar no Senhor, em vez de confiar em nossas próprias capacidades, precisamos morrer a nós mesmos. É louvável tal atitude e nos conforma à imagem de Cristo (I Pedro 4:1).

O Contentamento

Um estudo sobre a loteria não seria completo sem uma menção de contentamento. A loteria não incita o crescimento nessa virtude mas contrariamente inflama os excessos das obras da carne (Gal 5:19-21). Quando Jó perdeu tudo o que tinha, a sua piedade com contentamento era louvável (Jó 1:21). Ele não culpou Deus nem correu para a sua “esperteza” para resolver a sua situação desesperadora. Ele confiou no Senhor. É assim o contentamento com piedade é ganho (I Tim 6:6). Preocupar com o dia de amanhã não é louvável pois evidencia pouca fé (Mat. 6:25-30). Não é fácil de ser contente com o que temos, mas é um alvo de crescimento para o Cristão sério. Paulo, o apostolo, pela experiência na vida Cristã, aprendeu de ser contente com o que tinha (Fil. 4:11-13). Viver com o que temos nos ensinará a termos essa virtude. Jogar na loteria nunca nos ensinará contentamento. Muito menos nos levará à piedade.

Exemplos Bíblicos

Será que os exemplos Bíblicos podem nos ensinar a participarmos na loteria? Quais exemplos Bíblicos temos dos servos de Deus ocupando-se nessa prática? O Cristão é para ser uma testemunha: uma luz nas trevas, um elemento que preserva e conserva boas qualidades na sociedade (Mat. 5:13-16). A ocupação do Cristão é de anunciar as virtudes daquele que nos chamou das trevas paras a sua maravilhosa luz (I Pedro 2:9). Nas Escrituras Sagradas achamos louvor para os justos (II Pedro 2:7) e os fieis (I Cor 4:2; Col. 12:2; Efés 6:221; Heb 3:5) mas nunca são louvados por Deus os que confiam na sorte ou no braço de carne.


O lançar sortes na Bíblia

Apesar de tudo que foi estudado sobre a loteria pode ser que pela prática de “lançar sortes” na Bíblia alguém quisesse apoiar a loteria. Seria bom de estudar este assunto num estudo separado mas seria suficiente notar que tal prática foi usada para determinar a vontade de Deus (Lev 16:8; Atos 1:26). Hoje temos a Palavra de Deus para nos ensinar, corrigir e nos aperfeiçoar (I Tim 3:16,17) não precisando mais praticar tal costume para sabermos a vontade de Deus. O lançar sortes foi útil também para agilizar uma divisão justa (Josué 18:6-10; Neemias 11:1; Sal 22:18). Não achamos proibição de tal prática pois é útil (Prov. 18:18). Todavia, na Bíblia, nunca temos o exemplo da loteria comum que dá prêmios em dinheiro sendo usado para este fim. O uso de sortes também foi usado biblicamente para determinar a verdade (II Sam 14:42; Jonas 1:7). A Palavra de Deus é perfeita agora e podemos usá-la para testar toda a filosofia, pregação e prática, uma maneira nobre de determinar a verdade (Atos 17:11).

Que Deus abençoa a sua vida. Se está passando por dificuldades e está sendo tentado, o conselho bíblico não é de lançar sortes mas de lançar tudo sobre o Senhor porque Ele tem cuidado de vós (I Pedro 5:7). As tentações na carne devem nos levar a morrermos à carne e viver pela fé (Tiago 1:2-6), e, portanto, úteis. Os princípios Bíblicos não mudam com a nossa situação socioeconômica mas são imutáveis. Espere no Senhor e achará alivio em Seu tempo para a glória de Deus (Isa 40:31). O buscar o Senhor sempre tem as suas recompensas (Mat. 6:33).

Pr Calvin Gardner - pastor da Igreja Batista de Catanduva - SP
Fonte: Igreja Presbiteriana das Graças (Recife/PE)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Em nome do Senhor eu as derrotei!

Cercaram-me como um enxame de abelhas, mas logo se extinguiram como espinheiros em chamas. Em nome do Senhor eu as derrotei! (Salmos 118.12)

Ontem eu estive com uma pessoa próxima que estava passando por dificuldades. Estive conversando, aconselhando e também orando com esta pesoa. Curiosamente depois de ter voltado para casa e feito minha meditação dirária foi esse o texto que li, e percebi que está diretamente relacionado à situação desta pessoa. Mas com certeza serve para mim também e espero servir de ajuda para você também, caro leitor.

Quando o Senhor Jesus morreu, não apenas comprou o direito de uma parte de nós apenas, mas de toda a humanidade. Ele contemplou na sua paixão a santificação de todos nós por completo, espírito, alma e corpo; e ele irá reinar supremo, sem nenhum rival. Todos nós fomos regenerados por seu sangue e todo àquele que confessar o Seu Nome, que aceita-lo como Senhor e Salvador e confessar os seus pecados e se arrepender será salvo. E então, o pecado não terá mais domínio sobre nós. Nosso corpo é membro de Cristo: como poderemos tolerar sujeição ao príncipe das trevas?

Oh, minha alma, Cristo sofreu pelos meus pecados e redimido estou pelos seu precioso sangue. Devo eu sofrer as memórias de meus pecados e deixar minha mente se tornar uma armazém de maldade? Devo eu render-me à perversidade do erro? Ou ainda ser conduzido pelos caminhos da iniquidade? NÃO, minha alma, tú es de Cristo e o pecado não tem direito sobre ti.

Seja corajoso cristão! Não seja isento de espírito, pensando que nossos inimigos espirituais nunca poderão ser destruídos. Você pode derrota-lo, não pela sua própria força, porque o mais fraco deles é muito para você; mas você pode e deve destruí-los através do sangue do Cordeiro. Não pergunte, “Como eu posso derrota-los, já que eles são mais poderosos do que eu?” mas busque suas forças em Deus, espere humildemente em Deus, e o Deus Todo Poderoso, o Deus de Jacó certamente virá para resgatá-lo e você cantará as vitórias através da sua graça.

Luciano Ferrari

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Consultor cristão é demitido de banco por escrever livro contra o casamento gay

Depois que lançou um livro contra o casamento gay, o consultor cristão Dr. Frank Turek foi demitido de duas empresas. A primeira a demiti-lo foi a Cisco Systems na Califórnia e um mês depois foi o Bank Of America.

Turek estava fazendo um trabalho dentro do Bank of America há 15 anos, realizando programas de formação de equipes de liderança. “Eu recebo um monte de críticas apenas por concordar com o que a maioria dos americanos concorda: que o casamento é entre um homem e uma mulher”, disse Turek na semana passada na Rádio American Family.

O veterano da Marinha dos EUA foi contratado em maio, para fazer uma apresentação em uma reunião da equipe de Gestão de Negócios Globais e Análise do Bank of America dentro do Global Wealth e Investment Management.

Ele estava agendado para fazer uma apresentação – chamado “Por que você não pode ser normal como eu?” – Sobre como se adaptar a diversas personalidades para melhorar a produtividade e relacionamentos. Três dias antes de sua apresentação em junho, no entanto, Turek soube por um gerente de RH que ele havia sido demitido.

O recado de um dos gerentes fda empresa foi de que Turek teve sua vida pesquisada pela empresa que descobriu que ele havia lançado o livro chamado “Correto, Não Politicamente Correto: Como o Casamento Homossexual Prejudica a Todos” e por esse motivo ele não poderia mais fazer a palestrar para os funcionários do banco.

Na resposta que enviou ao CEO Brian Moynihan, Turek argumentou que o casamento não foi o tema de sua apresentação, nem nunca esteve em todos os seus anos de trabalho com o banco.

“O que a atividade sexual, preferência sexual de uma pessoa têm a ver com a produtividade do trabalho?” disse o consultor no programa de rádio.

O livro em questão foi lançado no início deste ano e um dos gerentes da empresa e ofendeu com o livro após buscar o nome de Turek e reclamou com o diretor de inclusão e diversidade da Cisco.

Como o Bank of America também promove a “inclusão” e “diversidade”, Turek queixou-se ao CEO que estava sendo excluído por seu ponto de vista político e religioso. Ele pediu ao Moynihan para considerar o que teria acontecido se ele tivesse escrito um livro a favor do casamento gay e um empregado conservador reclamasse.

“Eles provavelmente já teriam demitido o funcionário conservador”, conjecturou Turek.

Ele também deixou claro em sua carta que ele respeita todas as pessoas e concorda com o banco sobre o valor de “inclusão” para garantir que as pessoas trabalhem juntas cordial e profissionalmente, apesar dos diversos pontos de vista político, moral ou religioso.

Turek também explicou que defende a visão do casamento entre homem e mulher “não por causa de ódio ou fanatismo, mas por causa dos fatos biológicos da natureza que a única relação que pode procriar e trazer a próxima geração e melhor nutrir a próxima geração é quando um homem e uma mulher ficam juntos”.

Ao que tudo indica o Bank Of America vai marcar uma reunião com o consultor nos próximos dias para tentar desfazer o erro. “Pelo menos algumas pessoas lá estão me dizendo que eles percebem a hipocrisia, mas vamos ver onde isto vai”.

Seu recado final da rádio foi de que todas as corporações estão “tentando doutrinar os funcionários a aceitar certos comportamentos sexuais, principalmente a homossexualidade”.

“Acho que eles devem ensinar às pessoas que elas devem respeitar as outras pessoas, porque eles são seres humanos, não porque eles dormem com uma certa pessoa”, acrescentou.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 9 de agosto de 2011