Instrumentos paleolíticos tem sido encontrados em certo número de locais e cavernas (Carmelo, Evrom, Orem) na Palestina, mas pouco se sabe sobre os progressos culturais até que os caçadores "natufianos", mesolíticos, são encontrados a contruir casas com subestruturas de Pedra (Eniam). Não possuindo metais, esses povos usavam instrumentos de pederneira e viviam principalmente de caça, mais tarde adotando a agricultura e a domesticação de animais. Faziam figurinhas moldadas de forma incomum, com lama, ossos ou pedra. Os sítios neolíticos são encontrados perto do Jordão, na Galiléia (Yarmuk e Sha'ar Haggolan), e são mais ou menos paralelos com os locais primitivos no Nilo e no Tigre (Jarmo). Uma impressionante torre e defesas de pedra (em Jericó), e de período anterior ao do conhecimento da cerâmica, e os notáveis crânios e figurinhas moldadas, de Jericó, mostram quão habilidosos eram aqueles povos primitivos (c. de 5.000 A.C.).
O metal aparece pela primeira vez na era calcolítica (Enolitica), e tem sido traçado na maior parte da região. No local da vila de Teleilat Ghassul (Jordão) foram descobertas cerâmicas, pinturas policrônicas realistas em paredes, grande quantidade de peneiras, e alguns poucos machados de cobre. Cerâmica semelhante tem sido encontrada no vale do Jordão (perto de Jericó), em Esdrelom, e no Neguebe do Norte e no Wadi Ghazzeh, perto de Gaza. Por esse tempo, a agricultura e a indústria metalúrgica já estavam relativamente avançadas, e modelos pintados de casas ossuárias, algumas com telhados curvos abobadados, mostram as primitivas formas arquiteturais adotadas (Hedera, Azor). Em algusn locais perto de Berseba, habitações e armazéns subterrâneos (Abu Matar, Zafade, Horvat Beter), ou cisternas escavadas na rocha (Gezar) também foram encontradas pela primeira vez.
A transição para a Era do Bronze, é perceptível em certo número de estabelecimentos que mais tarde cresceram transformando-se em cidades estados (Megido, Jericó, Bete-Seã, Bete-Yerah e Tell el-Fara, perto de Siquém, ou então que foram abandonados por algum tempo (Samaria e Tell en-Nasbeh). Invasores, provavelmente do norte e do leste, trouxeram um novo tipo de cerâmica, e sepultavam seus mortos em sepulcros comuns, escavados nas rochas. Essas tumbas algumas vezes continham tipos de cerâmica conhecidos desde o anterior período calcolítico antigo, louças queimadas de Esdrelom e cerâmica pintada, que mais tarde podem ser encontrados em abundância (BP I). O termoi proto-urbano, que corresponde ao protoliterato (Jemdet Nasr) no Iraque, e, de 3.200 A.C., tem sido usado para descrever esa fase.
Fonte: W.F. Albright, The Archeology of Palestine, 1960; Archeology and the Religion of Israel, 1956; A.G. Barois, Manuel d'Archéologie Biblique, I-II, 1939; I.J Franken, Outline of Palestinian Archeology, 1961; G.L. Harding, The Antiquities of Jordan, 1959; K. Kenyon, Archeology in the Holy Land, 1960; G. E. Wright, Biblical Archeology in Israel (1948-1958), 1960.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Arqueologia Bíblica - Visão Geral
Olá! Como todos sabem eu sou apaixonado por arqueologia e toda quinta-feira a partir de hoje, vou publicar um artigo relacionado a Arqueologia Bíblica. Hoje inicio com um texto mais genério discursando sobre o tema. Boa leitura!
Dentro da ciência da arqueologia, que rapidamente se desenvolve, o estudo especial da "Arqueologia Bíblica" seleciona aquele material remanescente da Palestina e países limítrofes que se relaciona com o período bíblico e sua narrariva. Esse material inclui o resto de edifícios, artes, inscrições, e qualquer artefato que ajude a compreender a história, a vida e os costumes dos hebreus e daqueles povos que, à semelhança dos egípcios, fenícios, sírios, assírios e babilônios, entraram em contato com eles e puderam influenciá-los. O interesse pelos lugares e tempos mencionados na Bíblia proveu o incentivo inicial para muitas das primeiras escavações, e o quadro lato do pano de fundo histórico, religioso e ético da Bíblia, atualmente possuído devido às descobertas arqueológicas muito tem contribuído para explicar, ilustrar e, algumas vezes, corroborar as declarações bíblicas e contradizer teorias insuficientes baseadas nos fatos.
As limitações da arqueologia se devem à vasta extensão de tempo e de área que ela cobre. Nenhum local bíblico já foi, e provavelmente nunca poderá ser completamente escavado. Somente em anos recentes é que métodos exatos de estratificação e registro têm permitido comparações detalhadas entre os diversos locais. Além disso, a carência de inscrições da própria Palestina significa que um discernimento direto extra-bíblico quanto aos pensamentos e a vida de seus povos primitivos, é raro. Visto que a arqueologia, ramo da história, trata primariamente dos materiais, nunca poderá testar tão grandes verdades bíblicas como a existência e atividade redentora de Deus e de Cristo, a Palavra em forma de carne.
Na Palestina (e tomemos esse termo para incluir os modernos estados de Israel e Jordânia), tem sido empregada numa técnica arqueológica especial. Flinders Petrie, em 1890, desenvolvel um sistema de tomada de informes em sequência, em Tell el-Hesi, mediante o qual diferentes níveis de ocupação podem ser distinguidos mediante a cerâmica característica e outros critérios notáveis (arquitetura, selos, etc.) encontrados nos diferentes níveis (vide figura abaixo).
Esse sistema de estratigrafia e tipologia tem sido subsequentemente melhorado pelas escavações seguintes, especialmente as efetuadas em Gibeá, Beit Mirsim, Samaria, Laquis, Jericó e Hazor, e mediante comparações com outras localidades do Oriente Próximo. O resultante índice da cerâmica e a cronologia dos achados é notavelmente exato, desde o quarto milênio A.C., enquanto que entre os séculos XII e XVII A.C., a cerâmica pode ser datada dentro de limites estreitos. Datas antes disso, incluindo aquelas vindas pelo teste do carbono-14, ainda~são apenas comparativas.
Fonte: W.F. Albright, The Archeology of Palestine, 1960; Archeology and the Religion of Israel, 1956; A.G. Barois, Manuel d'Archéologie Biblique, I-II, 1939; I.J Franken, Outline of Palestinian Archeology, 1961; G.L. Harding, The Antiquities of Jordan, 1959; K. Kenyon, Archeology in the Holy Land, 1960; G. E. Wright, Biblical Archeology in Israel (1948-1958), 1960.
Dentro da ciência da arqueologia, que rapidamente se desenvolve, o estudo especial da "Arqueologia Bíblica" seleciona aquele material remanescente da Palestina e países limítrofes que se relaciona com o período bíblico e sua narrariva. Esse material inclui o resto de edifícios, artes, inscrições, e qualquer artefato que ajude a compreender a história, a vida e os costumes dos hebreus e daqueles povos que, à semelhança dos egípcios, fenícios, sírios, assírios e babilônios, entraram em contato com eles e puderam influenciá-los. O interesse pelos lugares e tempos mencionados na Bíblia proveu o incentivo inicial para muitas das primeiras escavações, e o quadro lato do pano de fundo histórico, religioso e ético da Bíblia, atualmente possuído devido às descobertas arqueológicas muito tem contribuído para explicar, ilustrar e, algumas vezes, corroborar as declarações bíblicas e contradizer teorias insuficientes baseadas nos fatos.
As limitações da arqueologia se devem à vasta extensão de tempo e de área que ela cobre. Nenhum local bíblico já foi, e provavelmente nunca poderá ser completamente escavado. Somente em anos recentes é que métodos exatos de estratificação e registro têm permitido comparações detalhadas entre os diversos locais. Além disso, a carência de inscrições da própria Palestina significa que um discernimento direto extra-bíblico quanto aos pensamentos e a vida de seus povos primitivos, é raro. Visto que a arqueologia, ramo da história, trata primariamente dos materiais, nunca poderá testar tão grandes verdades bíblicas como a existência e atividade redentora de Deus e de Cristo, a Palavra em forma de carne.
Na Palestina (e tomemos esse termo para incluir os modernos estados de Israel e Jordânia), tem sido empregada numa técnica arqueológica especial. Flinders Petrie, em 1890, desenvolvel um sistema de tomada de informes em sequência, em Tell el-Hesi, mediante o qual diferentes níveis de ocupação podem ser distinguidos mediante a cerâmica característica e outros critérios notáveis (arquitetura, selos, etc.) encontrados nos diferentes níveis (vide figura abaixo).
Esse sistema de estratigrafia e tipologia tem sido subsequentemente melhorado pelas escavações seguintes, especialmente as efetuadas em Gibeá, Beit Mirsim, Samaria, Laquis, Jericó e Hazor, e mediante comparações com outras localidades do Oriente Próximo. O resultante índice da cerâmica e a cronologia dos achados é notavelmente exato, desde o quarto milênio A.C., enquanto que entre os séculos XII e XVII A.C., a cerâmica pode ser datada dentro de limites estreitos. Datas antes disso, incluindo aquelas vindas pelo teste do carbono-14, ainda~são apenas comparativas.
Fonte: W.F. Albright, The Archeology of Palestine, 1960; Archeology and the Religion of Israel, 1956; A.G. Barois, Manuel d'Archéologie Biblique, I-II, 1939; I.J Franken, Outline of Palestinian Archeology, 1961; G.L. Harding, The Antiquities of Jordan, 1959; K. Kenyon, Archeology in the Holy Land, 1960; G. E. Wright, Biblical Archeology in Israel (1948-1958), 1960.
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