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terça-feira, 22 de maio de 2012

Evidências Arqueológicas dos Reinos de Davi e Salomão


O chefe de expedições arqueológicas da Universidade Hebraica, Yosef Garfinkel, apresentou dois objetos que possam testar a precisão da história do Antigo Testamento sobre os reinos de Davi e Salomão.

A descoberta foi feita durante escavações realizadas pela Universidade do Vale das Sombras. Estes são dois recipientes pequenos, um de barro e uma pedra, que tem sido associado a um ritual de território judeu-se no século X aC, no tempo do reiDavid. Os artefatos apresentados, de acordo com os pesquisadores, uma forte semelhança com os objetos descritos em detalhes no Capítulo 7 do primeiro livro deReis.

As ruínas conhecidas como Kuttamuwa conter restos de uma cidade murada. Nesta terra onde as paredes ainda estão de pé três metros de altura, os arqueólogosdescobriram os restos de quase uma centena de casas.

Segundo Garfinkel, Kuttamuwa é a primeira prova da existência de um governo regional durante o tempo de David, dada a grande semelhança da aldeia commodelos arquitetônicos judeus. Esta evidência banir teorias que alguns ficaram para defender o reino de Davi, mas uma área pouco povoada perto de Jerusalém.Segundo alguns estudiosos (conhecido como "minimalista"), há evidências arqueológicas suficiente de um reino tão notória como a Bíblia descreve.

No entanto, outros especialistas, chamados de "maximalista", aceitar a validade dadescrição bíblica, e agora contam com as escavações nesta cidade para provar que o reino de Davi se teria sido tão grande como a Bíblia diz.
Traduzido por Simbolo do Peixe da origem :

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Davi e sua forma de resolver problemas


Todos nós lutamos com diversos problemas e dificuldades – seja na vida profissional ou em nossas famílias e casamentos. Inúmeras pessoas não conseguem mais dar conta dos seus problemas. Por isso a Bíblia nos convida a lançar nossas cargas sobre Jesus: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado” (Sl 55.22).

Davi era uma pessoa como eu e você, com traços de caráter positivos e negativos. Ele sabia o que era simpatia e antipatia, era uma pessoa com pontos fortes e outros menos fortes. Mas, apesar de seus erros e fraquezas, Davi era uma pessoa que buscava a Deus de todo o coração. Ele tinha consciência profunda de sua pecaminosidade. E justamente por isso ele vivia na dependência do perdão de Deus. Além disso, Davi era um homem ligado à Bíblia, que amava a Palavra de Deus e se orientava por ela. Davi se destacou acima de tudo por uma coisa: seu profundo anseio pela salvação de Deus, seu anseio pelo Salvador: “Suspiro, Senhor, pela tua salvação...” (Sl 119.174).

Dois enganos
Antes de mais nada, quero corrigir dois enganos. São enganos que freqüentemente nos atrapalham e nos impossibilitam de lidar corretamente com nossos problemas:

1. É um engano pensar que cristãos devotados a Deus não adoecem, não têm problemas e permanecem protegidos do perigo e da doença. Ouvimos com freqüência: “Você só precisa ter a fé certa, dedique-se totalmente a Deus, viva de acordo com a Sua Palavra – e tudo vai ficar bem! Você terá saúde, não terá problemas, suas dificuldades financeiras vão se dissipar no ar, e também na sua família só haverá felicidade”. Esse ponto de vista não é biblicamente sustentável e está baseado em um engano! É isto que analisaremos agora com ajuda da Bíblia, ou seja, pela vida de Davi: o próprio Deus deu o seguinte testemunho a respeito dele e de sua vida de fé: “Achei Davi... homem segundo o meu coração...” (At 13.22). Mas apesar desse testemunho positivo de Deus, a vida de Davi era tudo, menos livre de problemas e preocupações. Pelo contrário: havia um sem-fim de diferentes sofrimentos e provações. Por exemplo: ainda menino, Davi foi obrigado a se considerar como alguém cuja única serventia era cuidar das ovelhas da família. Ele era sempre hostilizado. Seu irmão mais velho só o tratava com desprezo. Seu protetor (Saul) o decepcionou e queria matá-lo. Sua esposa o ridicularizou publicamente. Seu amigo o traiu e seu próprio filho o expulsou de casa, roubou seu trono e queria liquidá-lo por meio de um golpe de Estado. Disso concluímos que é possível alguém ser descrito como “um homem (ou uma mulher) segundo o coração de Deus” e, ao mesmo tempo, levar uma vida cheia de provações.

Vamos nos precaver contra o erro de pensar que os cristãos não ficam doentes, não enfrentam problemas, são imunes à depressão e estão sempre felizes!

O apóstolo Paulo também nos adverte contra uma conclusão errônea: “Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, longanimidade, amor, perseverança, as minhas perseguições e os meus sofrimentos, quais me aconteceram em Antioquia, Icônio e Listra, – que variadas perseguições tenho suportado! De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3.10-12). Para Paulo estava claro que a vida como cristão pode acarretar dificuldades. É isso que os 2000 anos de história da Igreja de Cristo também mostram. Lemos, por exemplo, numa publicação da Aliança Evangélica Alemã do dia 11 de novembro de 2005: “Ninguém pode determinar com precisão o número dos mártires – as estimativas ficam entre 90.000 e 175.000. E a quantidade de cristãos torturados, ridicularizados e expulsos em todo o mundo nem sequer pode ser estimada”. Vamos nos precaver contra o erro de pensar que os cristãos não ficam doentes, não enfrentam problemas, são imunes à depressão e estão sempre felizes!

2. É um erro pensar que o pecado não tem conseqüências. É freqüente que justamente pessoas com educação cristã pensem: “Que nada, não importa como eu vivo, o que eu faço e como brinco com o pecado: isso não é tão trágico. A qualquer momento posso chegar até Jesus, Ele sempre está disposto a perdoar”. Bem, é totalmente correto e bíblico que Deus sempre perdoa, e faz isso com prazer: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9). Mas, atenção: essa medalha também tem o seu reverso: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7). Esse versículo se dirige explicitamente a pessoas que se dizem cristãs – e mesmo assim brincam com o pecado. Deus incumbiu Paulo de nos advertir, e o sentido de suas palavras é o seguinte: “Elimine o engano a respeito do seu comportamento pecaminoso e errado, pois o seu pecado não ficará sem conseqüências”. Se estou infectado com o vírus da AIDS e me arrependo, Deus tem prazer em perdoar. Mas as conseqüências permanecerão comigo. Se eu ignorar todos os conselhos e casar com uma pessoa não-cristã, mesmo sabendo o que é correto, Deus terá prazer em perdoar – se eu reconhecer o pecado. Mas as conseqüências da desobediência não podem ser desfeitas.

A vida de Davi nos ensina com toda a clareza que o comportamento pecaminoso sempre tem as suas conseqüências: Davi adulterou com Bate-Seba. Além disso, mandou matar o marido dela. Davi agiu de forma conscientemente contrária à Palavra de Deus. Ele achou que podia brincar com o pecado. Davi se arrependeu do pecado (Sl 32, 38 e 51) e também tinha certeza de ter recebido o perdão de Deus (2 Sm 12.13). Mas não havia como desfazer o assassinato. O adultério de Davi veio à tona, pois Bate-Seba ficou grávida. E assim Deus disse a Davi: “Por que, pois, desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o que era mal perante ele? A Urias, o heteu, feriste à espada; e a sua mulher tomaste por mulher, depois de o matar com a espada dos filhos de Amom. Agora, pois, não se apartará a espada jamais da tua casa, porquanto me desprezaste e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para ser tua mulher. Assim diz o Senhor: Eis que da tua própria casa suscitarei o mal sobre ti, e tomarei tuas mulheres à tua própria vista, e as darei a teu próximo, o qual se deitará com elas, em plena luz deste sol” (2 Sm 12.9-11). Portanto, as conseqüências eram gravíssimas! De repente, os acontecimentos trágicos começaram a se suceder na casa de Davi: primeiro, um de seus filhos estuprou sua própria meia-irmã. Esse ato horrível acarretou um fratricídio. Em seguida, Absalão se rebelou contra o pai; ele organizou um golpe de Estado, desrespeitou publicamente as esposas de seu pai e, no fim, acabou assassinado.

Se eu ignorar todos os conselhos e casar com uma pessoa não-cristã, mesmo sabendo o que é correto, Deus terá prazer em perdoar – se eu reconhecer o pecado. Mas as conseqüências da desobediência não podem ser desfeitas.

O pecado pode ser comparado a uma pedra jogada em um espelho d’água. Muito depois que a pedra (o pecado) desapareceu, os círculos (as conseqüências) ainda se espalham pela superfície. O trágico é que não apenas Davi foi atingido, mas também todos aqueles que o cercavam. Por isso, não permaneça na ilusão de que o pecado não tem conseqüências. Ele é perdoado, sim, quando há arrependimento, mas não é desfeito, e as conseqüências ficam.

Problemas provocados e não provocados
Na nossa vida há dois tipos de problemas: aqueles que nós mesmos causamos e aqueles dos quais não temos culpa. São problemas com origens diferentes, mas ambos estão presentes em nossas vidas. Porém, podemos e devemos aprender a lidar com eles:

Os problemas não provocados
Durante sua vida, Davi foi confrontado com problemas, provações e sofrimentos, como qualquer pessoa. Infelizmente, a vida é assim, uma conseqüência desagradável do pecado. Não foi à toa que Moisés disse com relação à vida humana: “Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado...” (Sl 90.10). Isso significa que canseira e enfado são as conseqüências lógicas e inevitáveis do pecado.

Os problemas provocados
Esses problemas são resultado da desobediência consciente em relação à Palavra de Deus. Apesar de a culpa em si ser removida quando aceitamos o perdão, é possível que tenhamos de arcar com algumas conseqüências.

Em sua vida, Davi enfrentou os dois tipos de dificuldades. A forma com que ele lidou com elas é notável:

– Certo dia Davi se escondeu em uma caverna úmida e escura. Saul queria matá-lo. Não havia mais nenhuma forma de escapar. Então Davi escreveu o Salmo 57: “Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme; cantarei e entoarei louvores. Desperta, ó minha alma! Despertai, lira e harpa! Quero acordar a alva. Render-te-ei graças entre os povos; cantar-te-ei louvores entre as nações. Pois a tua misericórdia se eleva até aos céus, e a tua fidelidade, até às nuvens. Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória” (vv. 7-11).

– Quando Davi ficou sabendo que muitos de seus amigos sacerdotes tinham sido mortos, ele escreveu o seguinte no Salmo 52: “...esperarei no teu nome, porque é bom” (v. 9).

Como Davi lidava com as dificuldades
Davi solucionava seus problemas, independentemente dele mesmo tê-los causado ou não, confiando-os a Deus. O Salmo 55 também demonstra esse tipo de atitude. O pano de fundo histórico relativo a esse salmo pode ser encontrado nos capítulos 15 a 18 do segundo livro de Samuel: Absalão, o filho de Davi, tinha assumido o poder por meio de um golpe de Estado. Davi estava fugindo dele. Seu próprio filho queria não apenas a coroa, mas também desejava matá-lo. Além disso, um dos amigos de Davi tinha se bandeado para o lado do revoltoso. Em sua fuga, Davi sofreu humilhação pública, foi apedrejado e amaldiçoado. Como ele lidou com isso?


O pecado pode ser comparado a uma pedra jogada em um espelho d’água. Muito depois que a pedra (o pecado) desapareceu, os círculos (as conseqüências) ainda se espalham pela superfície.



Primeiro, Davi simplesmente ficou quieto
Esses acontecimentos absurdos deixavam-no sem palavras, mas ele sabia de uma coisa: “Eu mesmo tenho culpa da situação ter chegado a este ponto. Ela é conseqüência do meu pecado”. E assim Davi ordenou aos seus servos que queriam dar uma lição no apedrejador: “Deixai-o; que amaldiçoe, pois o Senhor lhe ordenou” (2 Sm 16.11). Davi estava consciente do fato de que Deus permitia esse sofrimento. Por isso, ele não se rebelou. Será que nós também conseguimos, por princípio, aceitar as provações? Era o que Davi fazia!

Davi transformou suas preocupações em orações!
Como ele fazia isso? “Dá ouvidos, ó Deus, à minha oração; não te escondas da minha súplica. Atende-me e responde-me” (Sl 55.1-2). Davi contava que Deus ouviria, veria, conheceria a situação e estaria ao seu lado para ajudá-lo. Como você lida com essas situações difíceis? Você logo pega o telefone para contar a outra pessoa, ou primeiro derrama seu coração diante de Deus? No Salmo 62.8 Davi convida: “Confiai nele, ó povo, em todo tempo; derramai perante ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio”.

Davi lidava de forma honesta com a sua situação
Ele não tinha vergonha de reconhecer que estava mal: “Atende-me e responde-me; sinto-me perplexo em minha queixa e ando perturbado, por causa do clamor do inimigo e da opressão do ímpio; pois sobre mim lançam calamidade e furiosamente me hostilizam. Estremece-me no peito o coração, terrores de morte me salteiam; temor e tremor me sobrevêm, e o horror se apodera de mim” (Sl 55.2-5). Davi estava perto de um colapso, o suor frio do medo corria pelas suas costas.

Davi queria fugir e simplesmente esquecer tudo
Seria tão bom: pegar um avião, curtir o sol e o mar, simplesmente desligar. E assim escreveu Davi: “Então, disse eu: quem me dera asas como de pomba! Voaria e acharia pouso. Eis que fugiria para longe e ficaria no deserto. Dar-me-ia pressa em abrigar-me do vendaval e da procela” (Sl 55.6-8). Mas quando os problemas são reais, uma ilha deserta não ajuda em nada. Comprimidos e álcool também não são a solução correta. O que fazer?

Frustração, raiva e ódio precisam sair!
Davi sabia que precisava enfrentar a situação. As desculpas esfarrapadas não adiantavam nada, pois só levariam a novos becos sem saída. Por isso, ele continuou escrevendo: “Destrói, Senhor, e confunde os seus conselhos, porque vejo violência e contenda na cidade. Dia e noite giram nas suas muralhas, e, muros a dentro, campeia a perversidade e a malícia; há destruição no meio dela; das suas praças não se apartam a opressão e o engano. Com efeito, não é inimigo que me afronta; se o fosse, eu o suportaria; nem é o que me odeia quem se exalta contra mim, pois dele eu me esconderia; mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus. A morte os assalte, e vivos desçam à cova! Porque há maldade nas suas moradas e no seu íntimo” (Sl 55.9-15). Davi precisava desabafar. Por isso, ele se pôs de joelhos e colocou tudo para fora, expondo toda a sua raiva diante de Deus. Você também sabe o que é fermentar, cozinhar e ferver por dentro? Como você lida com isso?

Davi obteve alivío clamando a Deus: “Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz” (vv. 16-17). Mas por que também à noite? Porque a pressão e o coração sobrecarregado não nos deixam dormir bem. Se não conseguimos fechar os nossos olhos por causa dos problemas, precisamos de uma válvula de escape. Existe apenas uma única coisa que realmente ajuda e é totalmente saudável: a oração. Por isso: faça de suas preocupações e provações uma oração!

Apesar das circunstâncias difíceis, Davi não ficou desconcertado
Ele estava mais velho. A fuga foi cansativa e incômoda, ele estava acostumado ao conforto da vida na corte. No caminho, pessoas jogaram pedras nele e o cobriram de xingamentos. A morte o perseguia de perto. Desertos quentes, noites geladas e a fome esperavam por ele. Até mesmo o amigo o traíra. Tudo era contra ele.

Mas Davi já tinha experimentado o socorro de Deus em tantas ocasiões durante a sua vida que mesmo agora, apesar de todas as circunstâncias contrárias, ele mais uma vez escreveu: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado. Tu, porém, ó Deus, os precipitarás à cova profunda; homens sanguinários e fraudulentos não chegarão à metade dos seus dias; eu, todavia, confiarei em ti” (Sl 55.22-23). Davi estava dizendo o seguinte: “Senhor, posso descansar; Senhor, posso confiar em Ti; Senhor, posso ter certeza de que Tu saberás lidar com a minha situação. Independentemente do que enfrento, posso ter essa certeza: Tu, Senhor, alcançarás Teu objetivo comigo”. Você também pode orar ao Senhor nesse sentido: “eu, todavia, confiarei em ti”! (Samuel Rindlisbacher - http://www.chamada.com.br/)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2007.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

O preparo de Davi para o Trono

Texto Base I Sm 16:1 – 19:10
Prof Antonio Marcos - EBD 07-Jun-2009

Depois do governo patético de Saul, Deus começa a preparar um sucessor (em paralelo) e não somente depois que ele morre.
Leitura I Sm 16:1-7.
Saul é rejeitado e Davi é escolhido. Deus olha pra família de Jesse e avisa Samuel que o sucessor vem dessa família. Agora eu pergunto, Saul foi ou não escolhido por Deus? E Davi? Resposta: Deus escolheu ambos. Deus disse a Saul: "Eu vou te rejeitar".

ISm 10:10 /ISm 16:13 – Confirmação que o espírito de Deus se apossou dele (de Saul) e ele profetizou no meio deles. E o outro texto acerca de Davi, que o espírito de Deus se apoderou dele também. Ambos foram ungidos por Samuel. Condição de outorgar o poder tanto para um quanto para outro. Jesus disse: "Eu vou para o Pai", caso contrário o espírito de Deus não viria sobre nós. Jesus abriu esse caminho (do Espírito). Naquele tempo o espírito de Deus se manifestava em alguns casos especiais. Hoje não. Conclusao da introdução: Ambos foram ungidos por Samuel, ambos estavam cheios do espírito de Deus. Mas então surge outra pergunta: "Por que Deus confunde nossa mente dizendo que iria rejeitar Saul? E colocar Davi em seu lugar? Qual foi o fator determinante para que isso acontecesse?"

Eduardo respondeu corretamente: "desobediência" e seu coração não estava disposto a se arrepender. Saul abusava um pouco de sua autoridade.
Marquinhos – obediência é a palavra-chave. Davi sempre chegava diante de Deus e perguntava – Eu devo fazer isso? Consultava bastante a Deus. E Saul, consultou uma necromante para consultar a respeito de Samuel. Enquanto Davi sempre perguntava, devo guerrear? Devo fazer isso? Deus disse para Saul que seu reino não subsistiria por causa de seus atos.

ISm 15:11 – "Eu me arrependo de ter posto Saul como rei. Tu rejeitaste a palavra do Senhor e também o Senhor te rejeitará. Porque dos filhos de Jessé Deus tem-lhe provido um rei."

Obediencia a Deus é melhor do que oferecer sacrifícios.

Quando o espírito de Deus sai de Saul o que acontece com Saul? Uma casa que não está ocupada, vem o ladrão e ocupa. E quando o espírito não estava presente, quem está presente? O Espirito maligno! Todas as vezes, foram chamar Davi que ele estava no palácio. Quando Davi tocava sua harpa, o espírito maligno saia. Quando Davi peca, adultera, seu romance com Batseba, após seu arrependimento, ele disse: não retire de mim teu santo espírito . Em Davi não há a mesma atitude de Saul. Ele se arrepende e diz, torna a me dar um espírito voluntario. Conseguem comparar a diferença de atitude entre Saul e Davi?

Juninho - a respeito da consulta de Saul à necromante – as vezes nós buscamos conselhos de ímpios, e não a Deus. Pessoas que não são de Deus para pedir orientação.

Marquinhos. Sl 119 – Lampada para os meus pés é a tua palavra. E quem não fica perdido? Faço isso ou não faço? Namoro ou não namoro? Caso ou não caso, compro esse sapato ou não? Por mais que as vezes achamos isso sem sentido, mas a palavra de Deus vem. É essa orientação que precisamos. Nos também damos prova do nosso amor a Deus através de nossa obediência. Essa é a melhor prova que podemos dar. E não vemos essas atitudes na vida de Saul.

Eduardo – o que levou a mãe de Paulo colocar o nome do filho dela de Saul? O nome original do apóstolo Paulo é Saul, não é Saulo. O acréscimo do "o" não tem sentido se confrontarmos com os originais.

Cido – Deus não age como queremos... Deus rejeita pela desobediencia, mas a escolha de Davi. Não diz que Davi é obediente a Deus. Será que Deus sabia que Davi não iria pisar na bola como Saul?

Davi estava numa caverna, e Saul estava lá também, e os soldados dizem a Davi... essa é a chance, acabe com ele. Davi checa perto dele e apenas corta parte de seu manto. E aí depois os dois se encontram e Davi diz que se ele quisesse matá-lo ele poderia. Saul começa a chorar arrependido. Mas logo depois Saul tenta tirar a vida do próprio Davi. São várias falhas, pisadas na bola de Saul como podemos ver.

Deus fala para Samuel – não atentes para a aparência. Um jovenzinho, pastoreando e Deus mostra a Saul. Que vai ser um homem segundo coração de Deus. Para ser o rei sobre o povo de Deus. Davi era o embaixador de Deus aqui na terra. E nós? Talvez não sejamos um rei, um deputado, etc. Os grandes lideres do povo de Deus surgem desa forma. Deus pode nos tornar coisas maiores. Davi aprendeu muito com essa questão do pastoreio. Foi ele quem escreveu Salmos 23. Davi olhava para suas ovelhas e via que Deus estava fazendo com ele do mesmo jeito. Quando tinha situações, animais ferozes e que ele protegia as ovelhas, Davi conseguia entender que Deus agia da mesma forma com os seus. Ele entendeu muito bem essa questão do que é ser um pastor. Samuel deve ter visto ali, dos ombros para cima, Saul se destacava. E ele achava que Eliabe seria escolhido, por sua estatura. Deus quebra nossas estruturas, nós enxergamos de forma limitada. Deus quer que enxerguemos além do muro. A palavra de Deus nos faz "viajar". A gente viaja mesmo. Faz a gente entrar numa outra situação. Deus faz com que sejamos grandes em sua presença. Conheço um cara que foi para o 3º. céu. Enxergar com fé as coisas quando elas ainda não existem. Davi chega a Goliaas e diz, você vem a mim com espada, escudo, mas eu vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos. O que Davi tinha na mão? Poucos recursos, sua funda. Mas ele não olhou para aquilo como um instrumento de caça, mas o que Deus tinha lhe proporcionado. Se ele recuasse ali, se não enfrentase Golias, como ele iria dar sequencia ao seu reinado? Ele se prontifica, porque quando minhas ovelhas estão em perigo, eu vou lá e brigo com o urso e as deixo sossegada. Coragem que nós muitas vezes precisamos ter também. Na carta de Paulo aos Hebreus encontramos que o justo viverá pela fé. E se ele se recuar, minha alma não tem prazer, diz Deus. Fé que temos em nosso Deus vivo. Gilberto Gil canta uma música que diz "vivemos uma fé que não sabemos em que". Mas nós sabemos, e é ela que faz matarmos nossos gigantes de cada dia. Faculdade, chefe, desafios, pequenos, grandes, altos, baixos de todas as formas. Mas vemos em Deus condições de vencer tudo issso.

O autor da revista nos lembra que Deus não se atentou a aparência externa, estatus, posição. Deus baseou-se na sua sensibilidade espiritual. E na disposição para trabalhar com fidelidade. Fará toda minha vontade (Atos). Deus precisa de homens e mulheres, alguém que se coloque na brecha, mas o que Ele está vendo em mim? Aquele que intercede? Tenho enfrentado os problemas com uma fé na mão e não uma funda? Temos perguntado a Deus se devemos cumprir, se devemos fazer, olhado para os problemas e entendido que Deus é maior que tudo isso? Devo atacar, fazer isso, aquilo? O recado de Deus é: busque a palavra de Deus, Obedecer é melhor que sacrificar, melhor do que ritos. As vezea a gente absorve esses ritos, vou a EBD de manha, cultos na semana, tudo isso são ritos... Mas se a essência da palavra de Deus não fizer sentido, de nada adianta. O temor a Deus é o principio da obediência (provérbios).
Ivone – o maior diferencial é que houve autoridade de Deus. Saul foi ungido, mas foi desconsiderado porque não observou a palavra de Deus. Davi dizia que foi bom ter sido afligido para ele aprendesse a sua lei. Nos altos e baixo, aprendeu, diferente de Saul. Diante das dificuldadea que Samuel apresentava a Saul ele pedia a Samuel ficar ao seu lado para dar credibilidade ao povo ao que ele dizia, para ter apoio...

Marquinhos - Eu escondi tua palavra no meu coração para não pecar contra ti. Temos muito que aprender ainda, sendo lapidado a cada dia. A palavra de Dues diz que somos reis, reinaremos, somos filhos do rei. Reinamos juntos. Temos que exercer essa função, devemos ser líderes, na escola, em casa, orientando . Estamos estudando discipulado às terças-feiras. Somos o sal da terra e a luz do mundo. Este mundo cada vez mais escuro e sem gosto. Nossa função é dar um pouco de sabor e iluminar esse mundo. Só não percebe quem não quer. Coisas terríveis a cada dia estão acontecendo.