Primeiramente, o propósito principal da vida não é a felicidade, mas o conhecimento de Deus. A razão pela qual o problema do mal parece tão intratável é que as pessoas tendem naturalmente a presumir que, se Deus existe, então seu propósito para a vida humana é a felicidade neste mundo.
O papel de Deus é fornecer um ambiente confortável para seus bichinhos de estimação humanos. Contudo, isso é falso na visão cristã. Não somos bichinhos de estimação de Deus, e o objetivo da vida humana não é a felicidade per se, mas o conhecimento de Deus - , que, no final, trará a verdadeira e duradoura satisfação humana.
Muitos males ocorrem na vida que podem parecer totalmente sem sentido com respeito ao objetivo de produzir a felicidade humana; mas eles têm sentido ao produzir um conhecimento mais profundo de Deus. O sofrimento de humanos inocentes nos dá ocasião para a confiança mais profunda e dependência de Deus, tanto por parte do sofredor quanto dos que estão a seu redor. Naturalmente, se o propósito de Deus é alcançado por meio de nossos sofrimentos dependerá de nossa resposta.
Responderemos com ira e amargura para com Deus ou nos voltaremos para ele com fé em busca de força para suportar?
Texto extraído: Filosofia e Cosmovisão Cristã
J. P. Moreland & William Lane Craig - Vida Nova, pg. 661
Fonte da imagem: http://commons.wikimedia.org/
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Minhas Primeiras Impressões das Igrejas em Appleton, WI
Eu mudei para os Estados Unidos em 19 de Dezembro de 2011. Hoje completo 1 mês e neste momento estou buscando uma igreja para frequentar. Tarefa nada fácil, mas gostaria compartilhar um pouco do que tenho experimentado por aqui.
Primeiramente posso dizer que existem muitas igrejas por aqui. Moro na cidade de Appleton, no estado de Wisconsin. Acidade possui aproximadamente 71.000 habitantes. 87,07% da população é filiada a algum grupo religioso. Um número elevado, considerando a média de todo os Estados Unidos hoje ser de 50,2%. Destes, 60% são católicos, 26% luteranos e 15% outros. Mesmo estando entre os 15% eu já visitei quatro Igrejas Batistas. Igreja Batista Emanuel, Igreja Batista do Vale, Igreja Batista Fox City e Igreja Batista da Graça.
É interessante ver como elas são diferentes, mesmo entre as batistas. Numa delas as mulheres precisam ir de saia somente e os homens de terno. Outras as pessoas vão com roupas bem mais informais como "jeans", etc. Eu nunca sei como ir à igreja :-). Algumas igrejas tocam somente hinos do cantor cristão e existe somente um piano. Outras já possuem projetores, bateria, guitarra e cantam corinhos como fazemos em Jandira.
Na primeira igreja que visitamos, a esposa do pastor fala um pouco de português porque seus pais moraram em Maceió, num trabalho missionário. Em outra igreja que visitei recentemente o pastor viaja todo ano ao Brasil num trabalho missionário em Manaus, Amazonas. O Brasil tem muita relevância por aqui como posso observar. Nossa castanha do Pará, aqui chamada de castanha do Brasil (ou Brazil Nuts) pode ser encontrada nos mercados facilmente, chocolates com castanha do Pará, etc.
Algumas igrejas lhe recebem muito bem, as pessoas vêm lhe procurar, outras as pessoas são muito mais frias. Mas algo que me chamou muito a atenção é com relação aos jovens. Praticamente não frequentam a igreja. Temos que agradecer à Deus por nossa Igreja em Jandira possuir muitos jovens e adolescentes porque aqui, somente as crianças vão à igreja porque são levadas pelos pais. Quando crescem perdem o interesse. Uma avó comentou num dia desses na EBD que, numa tentativa de desespero, ofereceu 50 dólares ao neto se fosse lido 50 capítulos da Bíblia (1 dólar por capítulo) para incentivar a leitura mas seu neto não recebeu nem mesmo 1 dólar. Precisamos orar muito por isso, porque os jovens por aqui têm sido ludibriados pelo inimigo, sua visão tem sido ofuscada e suas vidas manchadas. Mas o Nosso Senhor e Salvador pode todas as coisas. Para todas as coisas que o homem não vê solução, Deus tem um livramento, Nele encontramos uma saída.
Vamos dar glórias à Deus por tudo o que Ele tem feito em nossas vidas, por tudo o que Ele fará, vamos vigiar e orar. Estamos ainda no início de 2012 e eu gostaria de lhe perguntar: Você fez algum plano para sua vida este ano? Você estabeleceu algo para sua vida Espiritual? Pense nisso, ainda dá tempo. Mas não deixe sua vida à deriva, sem direção, sem rumo. Ore e pergunte à Deus o que Ele quer de você este ano, estabeleça objetivos e os busque diligentemente. Tenho certeza que você será abençoado!
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| Luciano Ferrari |
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Aqueles que conhecem seu Deus serão fortes
Cada cristão entende que conhecer Deus é a melhor e maior forma de conhecimento;
e este conhecimento espiritual é uma fonte de forças para eles. Este conhecimento fortalece sua sua fé. Cristãos que constantemente falam das Escrituras são considerados iluminados e ensinados por Deus; estes são ungidos pelo Espírito, e este mesmo Espírito os conduzem à verdade, e contribui para aumentar a sua fé. Conhecimento fortalece o amor e a fé. Conhecimento abre as portas, e por esta porta podemos ver nosso Salvador. Ou, para fazer uma analogia, conhecimento pinta um retrato de Jesus, e quando vemos esse retrato então o amamos, não podemos amar a Crsto quem não conhecemos, ao menos em um certo nível. Se conhecemos apenas um pouco das maravilhas de Jesus, do que ele tem feito por nós, e o que Ele está fazendo agora, não podemos amá-lo tanto; mas quanto mais o conhecemos, mais o amaremos. Conhecimento também fortalece nossas esperanças. Como podemos ter esperança por algo que não sabemos que existe? Esperança pode ser considerada como um telescópio, que sem as devidas instruções, ficaríamos em trente às lentes e não poderíamos enxergar nada; mas o conhecimento remove tudo o que está interposto entre o objeto de observação, e quando vemos através das lentes objetivas podemos discernir e ver a glória revelada, e antecipá-las com alegria. Conhecimento nos ajuda a sermos mais pacientes também. Como podemos ter paciência sem sabermos algo a repeito de Cristo, e entender que o que é bom ainda está por vir através do que nosso Pai Celestial nos envia? Não existe graça de Deus que não seja aperfeiçoada pelo santo conhecimento. Quão importante portanto é, que crescamos não apenas na graça, mas no "conhecimento" do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Charles Spurgeon
Morning and Evening
Tradução: Luciano Ferrari
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
O reconhecimento de um filósofo

Um filósofo dedica sua vida a ampliar seu conhecimento acerca do ser, a descobrir os princípios da existência, aquilo que não passa e o que é eterno, para chegar, finalmente, à mais triste das conclusões: “A vida não tem sentido”.
O Zürcher Landzeitung (um jornal de Zurique, Suíça) publicou algumas afirmações do filósofo francês Claude Lévi-Strauss, que completou 100 anos em novembro de 2008:
“Estou firmemente convicto de que a vida não tem sentido, que nada tem sentido”, disse Lévi-Strauss à revista Cicero. De todas as religiões, ele declarou sentir afinidades apenas com o budismo. “Por um lado, porque não tem um Deus pessoal, por outro, porque admite que nada tem sentido, que a verdade última está na ausência de sentido, no não-sentido. É esse tipo de fé que consigo aceitar sem pestanejar... Confesso que a idéia de passar para o nada não me agrada, mas também não me inquieta...” [1]
Quer dizer que o sentido está na ausência de sentido (ou não-sentido)? É compreensível que, então, tudo perde o sentido e se torna sem sentido. Desse modo, essa é a única conclusão plausível. O alvo do budismo é o Nirvana, a total não-existência. Isso não é esperança, e não foi para isso que recebemos a vida.
A filosofia é descrita como “amor à sabedoria”. Novecentos anos antes de Cristo já viveu um “filósofo” verdadeiro, que era cheio da sabedoria de Deus. Ele meditou sobre a vida e seu sentido, e anotou seus pensamentos a respeito. Estamos falando de Salomão. Suas anotações estão no livro de Eclesiastes. Ele concluiu que a vida é vazia de sentido quando Aquele que lhe dá sentido – Deus – não estiver presente nela.
“Eu, o Pregador, venho sendo rei de Israel, em Jerusalém. Apliquei o coração a esquadrinhar e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; este enfadonho trabalho impôs Deus aos filhos dos homens, para nele os afligir” (Ec 1.12-13).
De fato, qualquer filosofia que exclua Deus parece um esforço enfadonho, que nunca levará a um resultado que tenha sentido. Por isso, o Pregador também escreve: “Todas as coisas são canseiras tais, que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem se enchem os ouvidos de ouvir” (Ec 1.8). A filosofia nunca conseguirá exaurir em palavras aquilo que Deus criou, os princípios, as causas e elementos de todas as coisas, o passageiro e o eterno. A razão da vida só pode ser encontrada nAquele que é o sentido da vida, Jesus Cristo. Somente nEle encontramos resposta para a origem, a finalidade e o alvo da existência.
O rei Salomão possuía poder e era infinitamente rico, sua influência estendia-se por toda terra daquela época, sua inteligência e sabedoria eram inigualáveis e seu sucesso era ilimitado. Ele conseguia tudo o que desejava. Outros governantes o admiravam e eram fascinados pela sua sabedoria e pela extensão do seu reino. O mundo estava aos seus pés e todas as portas se abriam para ele. Mas uma coisa ele tinha perdido: o seu relacionamento com Deus, que lhe tinha dado tudo. Salomão chegou a um ponto em que reconheceu que todos os objetivos alcançados em sua vida não faziam mais sentido quando o Deus da vida não fazia mais parte deles: “Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol?” (Ec 1.3).
O próprio Salomão transforma-se no exemplo clássico de uma vida em que tudo existe em abundância e tudo é experimentado, mas que ainda assim não vale a pena por não estar preenchida com o Senhor da vida. Ao ler o livro de Eclesiastes, conseguimos entrever tudo o que ele tentou e experimentou, apenas para repetidamente testemunhar que tudo era vaidade e correr atrás do vento, que todo o esforço era inútil e que nada permanece. Qualquer coisa que ele tenha tentado veio acompanhada dessa conclusão (Ec 1.14).
Salomão aumentou sua sabedoria e seu conhecimento de forma consciente e também viu abundância deles em outras pessoas (Ec 1.16-18). Ele experimentou alegria, desfrutou da vida e fez grandes obras. Ele sabia aproveitar as coisas boas, construiu casas e plantou vinhedos, jardins e parques. Não lhe faltaram serviçais, rebanhos de gado ou ouro e prata. Havia passatempos e descanso em medida suficiente. Salomão tinha muitas mulheres; ele tornou-se cada vez mais poderoso e não negou qualquer vontade ao seu coração. Mas novamente ele concluiu: “Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol” (Ec 2.11).
Tantas decepções após desfrutar da vida fizeram com que Salomão ficasse enfadado. Ele resignou, desesperou, ficou deprimido e não conseguia mais dormir: “Pelo que aborreci a vida...” (Ec 2.17). “Também aborreci todo o meu trabalho...” (Ec 2.18). “Então, me empenhei por que o coração se desesperasse...” (Ec 2.20). “Porque todos os seus dias são dores, e o seu trabalho, desgosto; até de noite não descansa o seu coração; também isto é vaidade” (Ec 2.23).
Mas Salomão não parou por aí. Ele lembrou-se novamente do Senhor: “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim” (Ec 3.11).
Há algo no coração que muitas pessoas tentam sufocar, amontoando outras coisas por cima. É a consciência da eternidade! Nada consegue apagar totalmente essa consciência, nem a teoria da evolução, nem as ofertas do mundo, nenhuma filosofia, nem mesmo o ateísmo. Justamente essa “insegurança”, essa meditação sobre a eternidade, é uma prova dessa mesma eternidade e da existência de Deus, e também de que há um sentido mais profundo em nossa vida. O homem precisa do Deus eterno. Se não, por que tudo perderia o sentido sem Ele? Porque Ele é a resposta, a plenitude e o amor completo. Por isso, no final do livro Salomão chega à seguinte conclusão: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Ec 12.13-14).
A vida só terá sentido completo quando encontrarmos a Deus. Sem Ele sempre ficará faltando algo. O Deus verdadeiro, que gravou a Sua eternidade em nossos corações, revelou-Se em e por meio de Jesus Cristo. Jesus cumpriu todos os mandamentos de Deus de forma completa. Por isso, todo aquele que se volta para o Senhor é completamente justificado. O homem não poderá realizar nenhuma obra melhor, nenhum mandamento maior do que crer em Jesus Cristo.
“Dirigiram-se, pois, a ele, perguntando: Que faremos para realizar as obras de Deus? Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (Jo 6.28-29).
Quem se entrega confiantemente ao Senhor da vida terá sua existência preenchida com sentido e valor, não precisa continuar buscando sem descanso, não precisa resignar, decepcionado e cansado da vida. Ele terá encontrado o sentido de sua existência e viverá por toda a eternidade. Todo ser humano vive impotente debaixo do sol, mas um verdadeiro Homem e verdadeiro Deus vive onipotente acima do sol: Jesus Cristo. Entregue sua vida a Ele! (Norbert Lieth)
Nota:
1. Zürcher Landzeitung, “A vida não tem sentido”, 24/7/2008.
Fonte: http://www.apaz.com.br/
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Cavando Cisternas
"Assim diz o Senhor: Cavem muitas cisternas neste vale. Pois assim diz o Senhor: Vocês não verão vento nem chuva; contudo, este vale ficará cheio de água, e vocês, seus rebanhos e seus outros animais beberão."
(2 Reis 3.16-17)
Eu aconselho ler esse texto a partir do versículo primeiro. Está escrito que o exército dos três reis estavam com muita sede porque tinha se acabado a água. Deus estava por enviar a providência, e nestas palavras do profeta Eliseu, anuncia a chegada da bênção. Observe a situação de desamparo que estavam passando: nem o homem mais valioso poderia encontrar uma gota sequer de água no céu ou em qualquer lugar da terra. Frequentemente o povo de Deus, pessoas que professam o nome de Jesus são encontradas em uma situação que parece não ter saída; essas pessoas vêem a vaidade da criatura, e apredem na prática de forma experimental (não apenas em teoria) onde podem encontrar socorro. Mais que isso, essas pessoas precisam se preparar com fé para receber a bênção. Neste caso citado no texto eles precisaram cavar bolsões ou piscinas (as chamadas cisternas) onde seria derramado o líquido precioso. A igreja deve através de seus vários ministérios, esforços e intercessores, se preparar para receber as bênçãos que o Senhor tem preparado; ela deve cavar os bolsões e o Senhor irá preenchê-los. Isto deve ser feito com fé, com a plena convicção de que a bênção está para ser derramada.
De tempos em tempos havia uma conceção especial de uma bênção necessária. Desta vez não foi como com Elias, quando a chuva foi derramada pelas nuvens, mas de uma maneira silenciosa e misteriosa os bolsões foram preenchidos. O Senhor possui suas prórias maneiras soberanas de agir: Ele não está preso à forma ou ao tempo como nós estamos, mas ele age da forma que Ele quer no meio do seus filhos. Devemos ser agradecidos por receber Dele, e não por ditarmos à Ele como e o que deve ser feito.
Outro fator a observar é a extraordinária abundância de seus suprimentos. Sempre é o suficiente para a necessidade de todos. Meu desejo é de que todos nós sejamos revestidos desse poder divido em resposta às nossas orações, para que a vitória nos seja dada à todo o Exército do Senhor.
(2 Reis 3.16-17)
Eu aconselho ler esse texto a partir do versículo primeiro. Está escrito que o exército dos três reis estavam com muita sede porque tinha se acabado a água. Deus estava por enviar a providência, e nestas palavras do profeta Eliseu, anuncia a chegada da bênção. Observe a situação de desamparo que estavam passando: nem o homem mais valioso poderia encontrar uma gota sequer de água no céu ou em qualquer lugar da terra. Frequentemente o povo de Deus, pessoas que professam o nome de Jesus são encontradas em uma situação que parece não ter saída; essas pessoas vêem a vaidade da criatura, e apredem na prática de forma experimental (não apenas em teoria) onde podem encontrar socorro. Mais que isso, essas pessoas precisam se preparar com fé para receber a bênção. Neste caso citado no texto eles precisaram cavar bolsões ou piscinas (as chamadas cisternas) onde seria derramado o líquido precioso. A igreja deve através de seus vários ministérios, esforços e intercessores, se preparar para receber as bênçãos que o Senhor tem preparado; ela deve cavar os bolsões e o Senhor irá preenchê-los. Isto deve ser feito com fé, com a plena convicção de que a bênção está para ser derramada.
De tempos em tempos havia uma conceção especial de uma bênção necessária. Desta vez não foi como com Elias, quando a chuva foi derramada pelas nuvens, mas de uma maneira silenciosa e misteriosa os bolsões foram preenchidos. O Senhor possui suas prórias maneiras soberanas de agir: Ele não está preso à forma ou ao tempo como nós estamos, mas ele age da forma que Ele quer no meio do seus filhos. Devemos ser agradecidos por receber Dele, e não por ditarmos à Ele como e o que deve ser feito.
Outro fator a observar é a extraordinária abundância de seus suprimentos. Sempre é o suficiente para a necessidade de todos. Meu desejo é de que todos nós sejamos revestidos desse poder divido em resposta às nossas orações, para que a vitória nos seja dada à todo o Exército do Senhor.
O que eu estou fazendo para Jesus? Quais são as cisternas que eu estou cavando? Oh Senhor, me prepare para receber as bênçãos que o Senhor deseja me conceder.
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