Pesquisar no Símbolo do Peixe

sexta-feira, 20 de março de 2009

Pedras no caminho...

O distraído nela tropeçou.
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já David matou Golias,e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Autor desconhecido

quarta-feira, 18 de março de 2009

O Jardim do Éden já foi encontrado?

A Bíblia diz sobre a localização do Éden:

"E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços."
-Gênesis 2:10

Dois destes rios se chamavam Hiddekel (Tigre) and Perath (Eufrates).

Este é o motivo de muitos cristãos terem assumido que o local original do jardim está em algum lugar na região mesopotâmica (próximo ao Iraque atual), onde passam os rios Tigre e Eufrates modernos.

No entanto, a Bíblia registra um dilúvio mundial devastador, vários séculos após Adão e Eva serem expulsos do Jardim. As camadas de rochas sedimentares, muitas vezes com quilômetros de espesura, são testemunhas mudas desta imensa enchente que enterrou definitivamente o mundo pré-diluviano.

Após o Dilúvio, os sobreviventes (Noé e sua família) se mudaram para a planície de Sinar (Suméria/Babilônia) onde se encontram os atuais rios denominados Tigre e Eufrates. Deste modo, percebe-se claramente que não se tratam dos mesmos rios que fluíam no Jardim. Os rios atuais correm acima das camadas de rocha depositadas no Dilúvio, que contém bilhões de seres mortos (pelo Dilúvio). Os nomes destes rios foram provavelmente adotados dos rios originais pré-diluvianos, do mesmo modo que os pioneiros das Ilhas Britânicas aplicaram nomes de lugares familiares na colonização da América e Austrália, seu “novo mundo”.

Note também que a Bíblia menciona um rio se tornando em quatro braços, dos quais apenas dois são chamados de Tigre e Eufrates. Não é esta a geografia que encontramos no Oriente Médio atual.
O Jardim foi destruído pelo Dilúvio. A sua localização verdadeira jamais será determinada - quem sabe estivesse no Oceno Pacífico atual?

Traduzido por Daniel Ho

Autor: Answers in Genesis.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Deus! Em 2009 eu quero uma namorada!

Cada vez está acontecendo mais cedo entre os jovens, já chegou na fase da adolescência: O dia do acerto de contas com Deus!

Vai haver um dia, ou todos os dias, que você do nada sente falta de alguém que não conheceu, sente falta de uma namorada, ou no caso das meninas um namorado, sente falta de estar com alguém. Você olha para sua vida vê que tem até certo ponto se cuidado, está levando a vida a sério e até já ora pelo assunto namoro e casamento, e nada, nada de Deus te dar um namoro.

Ai, pela graça de Deus, você chega na presença Dele e fala: Pai tenho feito tudo para te servir, eu mereço estar namorando! Por que Você está fazendo isso comigo?
Para responder este questionamento, peço licença para usar uma experiência na minha vida onde fiz esta exigência para Deus e ele me respondeu de uma forma que jamais esquecerei.

Já tinha me formado do seminário e estava no ministério, com um namoro com mais de três anos nas costas, com planos de casar e tal. Foi quando nesses furacões da vida acabou tudo, sem chance de voltar.

Estava arrasado, muito mal mesmo, estava vendo-a se dando bem com outro cara e eu aqui sem nada, foi quando decidi ir conversar com um dos meus mentores, afinal de conta pastor é pra isso, não é?

Cheguei para esse mentor e amigo de ministério para me abrir com ele. Estava contando sobre minha vida e como tinha me dedicado nos últimos anos para Deus, colocando Ele em primeiro lugar na minha vida, fazendo tudo o que é certo, e como minha vida tinha caído por terra naqueles últimos meses por causa daquele fim de namoro. Entramos na madrugada naquela noite, e ele foi ouvindo todo o meu desabafo e tudo que eu precisava falar. Foi quando estávamos chegando no fim daquele aconselhamento e já estava esperando as famosas palavras que os pastores costumam dizer nesta hora. Você sabe quais são né? Não se preocupe meu jovem, Deus tem reservado alguém especial para você!

Mas aquele meu mentor, não era igual a maioria dos pastores. Como eu gostaria naquela hora que ele fosse igual e me dissesse estas palavras mágicas, mas ele não era. Ele virou para o meu lado, olhou nos meus olhos e perguntou: Você já entregou sua vida por completa a Jesus Cristo?

Não entendi o porque ele estava perguntando aquilo aquela hora, será que ele não tinha ouvido tudo que eu tinha falado até então, de todo o meu ministério e o tanto que estava dedicando minha vida ao Senhor? Mas ele me explicou. Marcos, tenho ouvido você falar o tanto que você esta fazendo para Deus, mas a única coisa que ele te pede é que você entregue a sua vida toda para ele. Você já entregou o seu direito de se casar para Deus.

Eu respondi depressa e com ironia: você me conhece, se Ele fosse pedir isso não me faria tão hetero como sou. Rimos um pouco e ele me explicou, se alguém que já se deparou com Cristo na cruz ainda achar que tem algum direito a exigir dele, não se converteu, não entregou a sua vida na cruz de Cristo.

A paulada foi tão grande que eu não dormi naquela noite, pois descobri que era o filho mais velho da parábola do filho prodigo, fazia tudo para Deus para ganhar as bênçãos que achava que tinha direito.

Se aquele amigo tivesse falado as palavras mágicas dos pastores eu teria ido dormir bem naquela noite, e acordaria com o coração bem confortado longe de Deus.
Hoje entendo um pouco sobre os planos de Deus e creio que ele faz coisas maravilhosas para os que os amam. Mas sei que se Deus der o que merecemos por direito, Deus nos daria a cruz e a morte! Graças a Jesus que não ganho o que eu mereço, e sim o que não mereço: a salvação.

Por isso, quando chegar o dia do acerto de contas com Deus sobre o seu namoro que não chega, não vem me procurar para se aconselhar, procura aqueles pastores que vão falar: Não se preocupe, Deus tem preparado alguém especial para você! Porque, a final de contas, na maioria das vezes Deus tem mesmo, não é?

Escrito por Marcos Botelho
Jovens da Verdade.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Livro de Números

A sinagoga dava nome a esse livro de conformidade com sua primeira palavra ou de conformidade com uma de suas primeiras palavras (wayedhabber, 'Ele falou'; ou então bemidhbar, "no deserto"). Os tradutores para o grego deram-lhe o nome de arithmoi, "números". Quando os outros quatro livros do Pentateuco estão envolvidos, os nomes gregos são comumente empregnados; nesta quinta parte do Pentateuco, em alguns países o termo grego foi traduzido para o idioma nativo: "Números", etc.; noutros países, porém, a tradução latina do grego é usada: Numeri. Esse título lhe foi dado porque em seus primeiros capítulos (e no capítulo 26) há muitos números, especialmente números relativos a recenseamentos.



Sumário do Conteúdo



1. A divisão do Pentateuco em cinco livros não é original. Assim, embora não seja sem significado o fato de que em Nm 1:1 tenha início um novo livro (no qual os primeiros quatro capitulos formam a preparação para a partida do Sinai), esse livro, não obstante, forma uma unidade com os livros anteriores. Da mesma maneira, pode ser dito que o livro de Deuteronômio é a continuação do livro de Números, mas a separação entre os livros de Números e Deuteronômio é mais fundamental que a separação entre os livros de Levíticos e Números.



2. A história narrada no livro de Números cobre um período de trinta e oito anos - o período entre o segundo ano e o quadragésimo ano depois do Êxodo (vd as definições do tempo, em 1:1; 7:1; 9:1,15; 10:11; 33:38; cf. Êx 40:2; Dt1:3).

Na primeira parte Israel continua postada nas proximidades do monte Sinai (Êx 19:1 fala sobre sua chegada no Sinai). Nm 10:11 - 12:16 trata da partida do Sinai e da viagem até Cades (cf. 13:26); no segundo ano depois do Êxodo, Israel já havia chegado em Cades (cf. Dt 2:14). Mas, visto que os israelitas deram crédito às palavras derrotistas dos espias, seguiu-se uma prolongada vagueação pelo deserto (13 e 14). Pouco sabemos acerca dos acontecimentos pelos quais passou Israel durante os trinta e oito anos de suas vagueações (15:1 - 20:13). Devemos admitir a possibilidade que Cades, durante longo tempo, foi uma espécie de centro para Israel, enquanto que vários grupos de israelitas vagueavam pela península do Sinai. Depois desses trinta e oito anos, Israel partiu de Cades em direção a Canaã; marchou em redor de Edom, entrou nas planícies de Moabe, e derrotou Seom e Ogue (20:14 - 21:35). A última porção do livro de Números descreve as ações de Balaão, a idolatria de Israel no caso de Baal-Peor, e a punição dos midianitas.

3. Além de abordar pontos de história, esse livro contém todas as espécies de leis e regulamentos. A relação entre as leis e a história, e entre uma lei e outra nem sempre é muito clara para nós. Não obstante, o fato é que pelo menos em muitos casos, o autor deve ter mencionado alguma conexão. A solução mais simples para isso é supor que há certa conexão cronológica. Algumas vezes há igualmente uma conexão material; vd, por exemplo, quão bem 5:1-4 e cap. 18 correspondem com aquilo que acontece, e como 10:1-10 corresponde com aquilo que segue; depois que um retrospecto da viagem pelo deserto é apresentado (33:1-49), a narrativa tem prosseguimento (33:50 - 35:34) com regulamentos a respeito da conquista de Canaã e leis para quando ali estiverem habitando. Finalmente, não nos devemos esquecer que a contrução de muitos dos livros do Antigo Testamento levanta questões semelhantes àquelas a que aqui nos referimos (vd Salmos, Provérbios, Isaías, etc.).

Muitas leis (mas não todas elas) dizem respeito a questões de ritual. Os israelitas não distinguiam entre leis cúlticas, morais, jurídicas e sociais, conforme nós usualmente as distinguimos. Todas as leis e regulamentos têm por finalidade preparar o povo de Israel para a vida em Canaã sob as vistas do Senhor, como uma nação independente e bem orientada.

4. No livro de Números, Moisés é novamente a figura dominante, pintado em toda a sua grandeza e fraqueza, e guiando o povo em todos os aspectos. Por intermédio de sua mediação, o Senhor proporcionou a Israel uma variedade de leis e regulamentos, falando com Seu servo "boca a boca" (12:6-8). Por muitas vezes Moisés age como intercessor a favor do povo (11:2; 12:13; 14:13 e segs.; 16:22; 21:17). Moisés era "mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra" (12:3; cf. 14:5; 16:4 e segs.). Mas, não obstante isso, tinha também sua partilha de falhas humanas. Contrariamente à ordem do Senhor ele bateu na rocha (20:10 e segs.), e em certa ocasião queixou-se temperamentalmente (11:10 e segs.; cf. 16:15). Depois de Moisés, em questão de proeminência, aaprece Arão (1:3,17,44; 2:1, etc., especialmente caps. 12, 16 e 17).

A Mensagem do Livro


No livro de Números, como no caso da Bíblia inteira, o Deus da aliança, todo-poderoso e fiel como Ele é, revela a Si mesmo; é essa revelação que reúne as diferentes porções do livro de Números numa unidade. Nas leis e regulamentos que impõe, Deus demonstra o Seu cuidado para com o Seu povo. Israel se revolta frequentemente contra Ele. Em resultado, a ira do Senhor se ascende: Ele não permite que o pecado passe sem ser castigado (11:1-3,33 e segs.; 12:10 e segs.; cap. 14; etc.); Moisés e Arão não recebem permissão de entrar na terra de Canaã (20:12 e seg.). Não obstante, Deus não repudia o Seu povo; permanece fiel à Sua aliança. Guia Israel pelo deserto, pelo que chegam à terra prometida aos seus pais. Isso não é impedido nem pela infidelidade de Israel nem pelo poder das nações que se voltam contra Israel.

Atenção especial deve ser dada a certos aspectos da revelação de Deus no livro de Números.

1. O Senhor e realmente imutável em Sua fidelidade (cf. 23:19), mas isso não quer dizer que Ele seja um ser imóvel (vd especialmente a tocante história que há em 14:11 e segs.). Nessa conexão, devemos observar os poderosos antropomorfismos (vd. por exemplo, 10:35 e segs.; 15:3 ("meu manjar"), etc.); expressões essas que, apesar de não podermos aceitá-las num sentido estritamente literal, ao mesmo tempo nos demonstram quão profundamente o Senhor estava envolvido em todos os feitos de Israel.

2. A santidade de Deus é especialmente frisada. As histórias contribuem para isso (vd, por exemplo, 20:12 e seg.), e semelhantemente, embora de maneira diferente, as leis e regulamentos: quando um indivíduo se aproxima de Deus, precisa cumprir todas as espécies de regras prescritas, tem de estar livre de toda impureza (cf. também 1:50 e segs., etc.).

3. Prescrições cuidadosamente detalhadas são apresentadas nesse livro: Deus exerce o Seu domínio soberano sobre todas as coisas, até mesmo sobre os menores detalhes.

4. Logo que os filhos de Israel chegaram às fronteiras da terra prometida cedem à tentação de servir aos deuses da nova terra. Porém, o Senhor não é apenas o Senhor do deserto: Ele domina à vontade um adivinho pagão (caps. 22-24), e castiga os israelitas por causa de sua idolatria (cap. 25), juntamente com aqueles que haviam seduzido a Seu povo (cap. 31).

Naquilo que foi dito acima, já foi suficientemente indicado o caráter cristológico do livro de Números. Nesse livro, como noutros lugares, Deus revela a Si mesmo como o Deus fiel da aliança. Em outras palavras, Ele revela a Si mesmo na face de Cristo. Em adição, muito existe nesse livro que tem um sentido tipológico; nas pessoas (especialmente Moisés e Arão), nas ocorrências e nas leis, o Cristo vindouro projeta Sua sombra à Sua frente (cf. Jo 3:14; 1 Co 10:1 e segs.; Hb 3:7 e segs.; 9:13; etc.).

Bibliografia Vd as diversas introduções ao Antigo Testamento - por exemplo, A. Bentzen, Introduction to the Old Testament, 1952; O Eissfeldt, Enleitung in das Alte Testament, 1956; E. J. Young, An Introduction to the Old Testament, 1957 (trad. em português: Introdução ao Antigo Testamento, Edições Vida Nova, 1964); e os vários comentários - por exemplo, G. B. Gray, Numbers, ICC, 1903; L. E. Binns, the Book of Numbers, 1950, na The Soncino Books of the Bible; J March, Numbers, IB, II, 1953; W. H. Gispen, Het boek Numeri, I, 1959, em Comentaar op het Oude Testament. N.H.R.; J. D. Douglas, O Novo Dicionário da Bíblia.

quinta-feira, 12 de março de 2009

JESUS

O maior Homem na história, JESUS CRISTO, não teve nenhum empregado, no entanto chamaram-no Soberano. Não teve nenhum diploma, no entanto chamaram-no professor. Não tinha nenhum medicamento, no entanto chamaram-no Doutor. Não teve nenhum exército, no entanto os reis temeram-no. Não ganhou nenhuma batalha militar, no entanto conquistou o mundo. Não cometeu nenhum crime, no entanto o crucificaram. Foi enterrado num túmulo, no entanto vive hoje. Sinto-me honrado por servir tal chefe que me Ama!


'Às vezes, quando tudo dá errado acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo'

Deus o abençoe a todos.

Contribuição de Patrícia Cristina de Assis Sousa